Aeroporto de Ji-Paraná: obras de ampliação e modernização ganham ordem de serviço
O terminal José Coleto, em Ji-Paraná (RO), passará por uma grande reforma. A assinatura da ordem de serviço marca o início das intervenções que prometem aprimorar a infraestrutura e aumentar a capacidade do aeroporto, essencial para o desenvolvimento regional.
A ordem de serviço para as obras de ampliação e modernização do Aeroporto José Coleto, em Ji-Paraná, Rondônia, foi assinada. O ato oficializa o início das intervenções que prometem transformar a infraestrutura do terminal aéreo, fundamental para a conectividade e o desenvolvimento econômico da região.
Ji-Paraná se destaca como um polo estratégico no estado, e seu aeroporto desempenha um papel crucial no transporte de passageiros e cargas. A modernização é uma demanda antiga, buscando adequar a estrutura à crescente movimentação e aos padrões de segurança e conforto da aviação moderna.
As melhorias previstas para o aeroporto englobam diversas frentes de trabalho. Estão no escopo a extensão ou recapeamento de pistas, a reforma e expansão dos terminais de passageiros, além do aprimoramento dos sistemas de navegação e balizamento. Novas áreas de apoio e estacionamento de aeronaves também serão construídas.
Para os profissionais da engenharia e construção, a assinatura da ordem de serviço abre novas oportunidades e desafios técnicos. O projeto mobiliza especialistas em engenharia civil para as estruturas e pavimentos, bem como em engenharia elétrica e de telecomunicações para os complexos sistemas operacionais e de segurança.
A modernização do José Coleto impacta diretamente a logística e a economia local. Um aeroporto com maior capacidade e infraestrutura otimizada facilita o fluxo de negócios, atrai investimentos e impulsiona o turismo em Rondônia. As operações aéreas ganharão em eficiência e segurança, beneficiando tanto companhias quanto passageiros.
A expectativa é que as obras tragam uma melhoria significativa para o transporte aéreo no estado, fortalecendo a conexão de Rondônia com o restante do Brasil. O desafio para engenheiros e gestores será garantir a execução dentro dos prazos e orçamentos, sem comprometer a qualidade técnica e minimizando interrupções nas operações aeroportuárias.
Com informações de G1.
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