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Infraestrutura· 29 de maio de 2026· 2 min de leitura

Aneel veta 9 termelétricas em leilão de capacidade

Agência reguladora não concede habilitação para empreendimentos da EPP e Termog, alegando pendências técnicas e documentais.

Redação Giro Engenharia
Aneel veta 9 termelétricas em leilão de capacidade

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) negou a habilitação de nove usinas termelétricas que haviam sido contratadas no leilão de capacidade. As empresas EPP e Termog tiveram seus projetos vetados pela agência reguladora, que apontou pendências técnicas e documentais como motivos para a decisão. O leilão, realizado em 2023, visava garantir a segurança do suprimento de energia elétrica para o país.

As usinas vetadas somam uma capacidade instalada significativa, embora os detalhes específicos sobre a potência individual de cada uma não tenham sido divulgados pelas fontes. A decisão da Aneel impacta diretamente os planos de expansão da oferta de energia e a estratégia das empresas envolvidas.

De acordo com as informações disponíveis, os motivos para a não habilitação incluem a falta de cumprimento de requisitos técnicos e a apresentação incompleta de documentação exigida pela agência. A Aneel tem o papel de fiscalizar e garantir que os empreendimentos contratados atendam a todos os critérios técnicos e regulatórios antes de iniciarem suas operações.

O leilão de capacidade é um mecanismo importante para a expansão da matriz energética brasileira, assegurando a disponibilidade de energia em momentos de pico de demanda ou em situações de escassez hídrica. A exclusão dessas nove termelétricas pode gerar questionamentos sobre a viabilidade de futuros projetos e a necessidade de ajustes nos processos de habilitação.

As empresas EPP e Termog agora terão que analisar as justificativas da Aneel para avaliar possíveis medidas cabíveis, como a correção das pendências e a reanálise dos projetos, ou buscar alternativas para seus investimentos no setor elétrico. A decisão reforça a rigorosidade da agência na aprovação de novas usinas geradoras.

A consequência imediata é a necessidade de o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) reavaliar a oferta de capacidade para os períodos futuros, possivelmente buscando outras fontes ou mecanismos para suprir a demanda que seria atendida por essas termelétricas.

Com informações de Folha de S.Paulo.

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