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Energia· 23 de maio de 2026· 2 min de leitura

Brasil e Holanda firmam acordo para impulsionar produção de hidrogênio verde

Memorando de entendimentos visa acelerar projetos, investimentos e parcerias comerciais em hidrogênio renovável e derivados entre os dois países.

Redação Giro Engenharia
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O Brasil e a Holanda assinaram um Memorando de Entendimentos (MoU) com o objetivo de acelerar o desenvolvimento de projetos, investimentos e parcerias comerciais voltados para a produção de hidrogênio verde e seus derivados. O acordo foi firmado durante o World Hydrogen Summit, realizado em Roterdã, na Holanda.

A iniciativa, promovida pela Associação Brasileira de Hidrogênio Verde (ABIHV) e a NLHydrogen, estabelece uma cooperação focada em três frentes principais: o desenvolvimento de projetos e a criação de hubs de produção, a definição de padrões técnicos e regulatórios, e a promoção de investimentos e parcerias comerciais.

A colaboração busca facilitar a troca de conhecimento e tecnologia entre os dois países, que possuem potencial significativo para se tornarem líderes na cadeia produtiva do hidrogênio renovável. O foco abrange derivados como amônia, e-metanol e combustíveis sustentáveis, essenciais para a descarbonização de diversos setores industriais.

O hidrogênio verde, produzido a partir de fontes renováveis como a solar e a eólica, é visto como uma das principais apostas para a transição energética global. O acordo entre Brasil e Holanda visa criar um ambiente favorável para a expansão dessa tecnologia e para a consolidação de novas rotas comerciais.

Espera-se que o MoU fortaleça a posição do Brasil no mercado internacional de energia limpa, atraindo investimentos e impulsionando a economia com base em novas cadeias produtivas sustentáveis. A Holanda, por sua vez, busca consolidar seu papel como um centro estratégico para a logística e distribuição de hidrogênio na Europa.

A cooperação técnica e regulatória é um pilar fundamental do acordo, visando harmonizar normas e facilitar a certificação do hidrogênio verde produzido no Brasil, garantindo sua aceitação em mercados internacionais exigentes.

O evento em Roterdã reuniu especialistas, empresas e governos para discutir o futuro do hidrogênio como vetor energético. A assinatura do MoU reforça o compromisso de ambos os países em liderar a transformação energética e construir uma economia de baixo carbono.

Com informações de Petronoticias.

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