Brasil é o 3º em ônibus elétricos na AL, com vendas 160% maiores
O país se posiciona como o terceiro maior mercado de ônibus elétricos da América Latina e Caribe, impulsionado por um crescimento de 160% nas vendas no último ano.

O Brasil consolidou em 2025 sua posição como o terceiro maior mercado de ônibus elétricos da América Latina e Caribe, conforme dados do ICCT (Conselho Internacional de Transporte Limpo). Este cenário é impulsionado por um crescimento de 160% nas vendas desses veículos no país durante o último ano, destacando a crescente adoção de soluções de transporte público eletrificado na região.
O avanço de 160% nas vendas coloca o Brasil em uma trajetória acelerada de eletrificação da frota, mesmo que atrás de outros mercados regionais. A expansão do setor de ônibus elétricos é fundamental para os esforços de descarbonização do transporte urbano e para a melhoria da qualidade do ar nas grandes cidades, respondendo a demandas ambientais e de saúde pública.
A transição para frotas de ônibus elétricos exige investimentos significativos em infraestrutura. Isso inclui a instalação e expansão de pontos de recarga, a modernização de garagens e centros de manutenção, e a adaptação de sistemas elétricos para suportar a demanda energética. Engenheiros e gestores da área de transporte público enfrentam o desafio de planejar e implementar essas mudanças de forma eficiente e segura.
A tecnologia dos ônibus elétricos abrange desde o desenvolvimento e a capacidade das baterias, que determinam a autonomia dos veículos, até os sistemas avançados de gerenciamento de energia e frenagem regenerativa. A escolha de modelos, fornecedores e a integração com a rede elétrica local são fatores que impactam diretamente a operação e o custo total de propriedade para as empresas operadoras.
Para os profissionais da engenharia e da infraestrutura, o crescimento do mercado de ônibus elétricos no Brasil representa uma demanda crescente por expertise em mobilidade elétrica. Este cenário exige o desenvolvimento de projetos de eletrificação de frotas, a instalação de redes de recarga robustas e a capacitação de equipes para a manutenção de veículos com novas tecnologias, impactando diretamente o planejamento urbano e a sustentabilidade das cidades brasileiras.
Com informações de Agência iNFRA.
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