Brasil economizou US$ 32,4 bi em fósseis e foi 3º no mundo com renováveis
Relatório da Irena aponta que a infraestrutura de energia renovável no país evitou a importação e o consumo de combustíveis fósseis, colocando o Brasil em destaque global.

O Brasil se posicionou como o terceiro país que mais reduziu despesas com combustíveis fósseis globalmente, conforme um relatório da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena). A infraestrutura de geração de energia renovável do país foi crucial para essa conquista, evitando gastos estimados em US$ 32,4 bilhões em 2025.
Os números da Irena destacam o impacto direto da expansão das fontes limpas na matriz energética brasileira. Essa economia bilionária representa o valor de combustíveis fósseis que deixaram de ser importados ou consumidos internamente, aliviando a balança comercial e a dependência de recursos não renováveis.
A posição de destaque do Brasil demonstra um avanço significativo na transição energética em escala mundial. O investimento contínuo em projetos de energia eólica, solar e hidrelétrica tem gerado benefícios econômicos tangíveis, além dos ganhos ambientais associados à redução de emissões.
A estratégia de diversificação da matriz energética, com forte impulso às renováveis, não só fortalece a segurança energética do país, como também o posiciona como um player relevante no cenário global de descarbonização. A capacidade instalada de geração limpa tem se mostrado um ativo estratégico.
Para os profissionais da engenharia e da infraestrutura, este cenário reforça a importância de continuar investindo em pesquisa, desenvolvimento e execução de projetos de energias renováveis. A demanda por expertise em planejamento, construção e manutenção de usinas solares, parques eólicos e complexos hidrelétricos deve se manter aquecida, impulsionando inovações e novas oportunidades no setor.
Com informações de Agência iNFRA.
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