Cade aprova BTG Pactual como dono total de complexo solar na Paraíba
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deu aval para o BTG Pactual assumir a totalidade das ações de três empresas do grupo Rio Alto ligadas ao complexo fotovoltaico Santa Luzia.
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a consolidação, pelo BTG Pactual, da propriedade de 100% das ações de três Sociedades de Propósito Específico (SPEs) do grupo Rio Alto. As SPEs são responsáveis por empreendimentos fotovoltaicos que integram o complexo Santa Luzia, localizado na Paraíba. A decisão foi publicada na sexta-feira, 17 de julho.
A aquisição da totalidade das ações pelo BTG Pactual ocorrerá por meio da execução de garantias, um mecanismo financeiro que permite ao credor assumir a propriedade de ativos em caso de inadimplência ou cumprimento de termos contratuais. Este movimento transfere integralmente o controle dos projetos solares para o banco de investimento.
O complexo Santa Luzia é um conjunto de usinas fotovoltaicas que contribuem para a matriz energética brasileira, especialmente na região Nordeste. A Paraíba tem se destacado na geração de energia solar, atraindo investimentos para o setor de energias renováveis.
Para o BTG Pactual, a operação representa a consolidação de sua presença no segmento de energias renováveis, particularmente na geração solar. A instituição financeira já possui um portfólio diversificado de investimentos em infraestrutura e energia.
A entrada de grandes players financeiros como o BTG Pactual na propriedade direta de ativos de geração é uma tendência no mercado de energia, refletindo a busca por rentabilidade e a valorização de projetos de infraestrutura. Isso pode influenciar a dinâmica de financiamento e gestão de futuros empreendimentos no setor.
Profissionais da engenharia e gestores de infraestrutura devem observar como a nova gestão pode impactar a operação e a manutenção dos ativos, bem como o potencial para futuras expansões ou otimizações de projetos sob o controle de um grupo financeiro com experiência em gestão de grandes portfólios.
Com informações de MegaWhat.
Leia também
Usina de Codajás recebe R$ 59 milhões para virar híbrida no Amazonas
Aporte de R$ 59 milhões da Âmbar Energia integra geração térmica a gás natural a uma nova planta solar de 9,7 MWp no interior amazonense.
Fonte: CPG Click Petróleo e Gás
WEG e GreenYellow fecham parceria para 54 usinas solares em lojas
Consórcio prevê aporte superior a R$ 100 milhões para instalar 38 MWp de potência em unidades do Carrefour no país.
Fonte: CPG Click Petróleo e Gás

Solar com baterias no Brasil terá 2º menor custo global em 2035
Projeção da Irena aponta que o Brasil alcançará US$ 41 por megawatt-hora na geração solar com armazenamento até 2035.
Fonte: MegaWhat
TCU dá 120 dias para governo definir o futuro da obra de Angra 3
Tribunal cobra do Poder Executivo entrega de estudos técnicos e uma decisão definitiva sobre a continuidade da usina nuclear.
Fonte: O GLOBO
O Giro na sua caixa de entrada
As notícias que importam para quem é da engenharia, uma vez por semana. Sem spam.
