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Infraestrutura· 27 de outubro de 2026· 1 min de leitura

Cedae inicia obra da ETA Novo Guandu com aporte bilionário no RJ

Nova Estação de Tratamento de Água custará R$ 2,5 bilhões e vai beneficiar cerca de 3 milhões de moradores na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

Por Rafael Barcelar· Engenheiro (CREA-MG)
Cedae inicia obra da ETA Novo Guandu com aporte bilionário no RJ

A Companhia Estadual de Águas e Esgotos iniciou a construção da nova Estação de Tratamento de Água Novo Guandu, um projeto de infraestrutura sanitária orçado em R$ 2,5 bilhões na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A intervenção foi planejada para ampliar a segurança hídrica e atender diretamente a uma população estimada em 3 milhões de pessoas, reduzindo a vulnerabilidade do sistema de abastecimento atual que depende fortemente da estrutura histórica.

A iniciativa responde aos gargalos operacionais enfrentados historicamente pelo Complexo Guandu, principal fonte de captação e tratamento de água da capital fluminense e de municípios vizinhos. Com o avanço das obras, a nova estação funcionará como um reforço estrutural indispensável para mitigar episódios de turbidez e paralisações que afetam periodicamente o fornecimento na região.

O aporte financeiro robusto de R$ 2,5 bilhões coloca a obra entre os maiores empreendimentos de saneamento em execução no estado. A engenharia do projeto contempla unidades modernas de decantação, filtração e adução, projetadas para operar com maior eficiência energética e menor índice de perdas operacionais em comparação com as instalações legadas.

Para as equipes de engenharia e os gestores de infraestrutura, a implantação exige planejamento logístico rigoroso devido à complexidade de integrar a nova planta ao sistema existente sem interromper a operação atual. O cronograma de execução prevê frentes simultâneas de terraplanagem, fundações profundas e montagem eletromecânica.

O que muda na prática

A conclusão da nova estação vai garantir maior estabilidade na distribuição de água tratada para milhões de cidadãos, além de conferir flexibilidade operacional para manutenções preventivas e corretivas no sistema antigo. O desafio técnico agora recai sobre o cumprimento do cronograma físico-financeiro e a mitigação de impactos ambientais na área de influência do canteiro de obras.

Com informações de Rádio Manchete Rio.

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