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Construção· 24 de junho de 2026· 1 min de leitura

CNI/CBIC: Construção projeta alta de negócios e encerra pessimismo

Sondagem da CNI e CBIC mostra que empresários da construção esperam aumento de novos empreendimentos e serviços nos próximos seis meses, revertendo tendência anterior.

Redação Giro Engenharia
CNI/CBIC: Construção projeta alta de negócios e encerra pessimismo

A indústria da construção no Brasil projeta um aumento de novos empreendimentos e serviços para os próximos seis meses, conforme a Sondagem Indústria da Construção, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Esta é a primeira vez desde fevereiro que os empresários do setor expressam uma expectativa positiva, marcando uma reversão no sentimento de pessimismo.

O índice que mede a expectativa por novos projetos registrou um avanço significativo em junho. Ele subiu 3,3 pontos, passando de 49,2 pontos para 52,5 pontos. A marca acima dos 50 pontos indica que a maioria dos empresários já não prevê estagnação ou queda, mas sim um crescimento na demanda.

Este movimento de alta reflete uma mudança de percepção entre os gestores e decisores do setor. Anteriormente, a projeção predominante apontava para a desaceleração ou manutenção do ritmo de lançamentos, segundo as análises da CNI e CBIC.

A sondagem, que é um termômetro importante para a economia da construção, capta as impressões dos empresários sobre o ambiente de negócios e suas perspectivas de investimento e expansão.

Para os profissionais da engenharia e da construção, a projeção de aumento de novos negócios sugere um cenário de maior dinamismo. Isso pode se traduzir em mais oportunidades de projetos, demanda por mão de obra qualificada e aquecimento do mercado de materiais e equipamentos.

A expectativa positiva para o segundo semestre de 2024 exige que as empresas e os profissionais da área estejam preparados para um possível incremento na atividade. É fundamental que haja um planejamento estratégico para absorver essa demanda, considerando a otimização de processos, a gestão de custos e a capacidade de entrega, a fim de capitalizar as oportunidades que surgirão com o novo ciclo de crescimento projetado.

Com informações de Caderno de Negócios CBIC.

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