CPFL propõe baterias para 10% da carga elétrica brasileira
A CPFL Energia defende a aceleração na contratação de sistemas de armazenamento para atender a 10% da demanda nacional, hoje em 80 GW médios, e garantir a estabilidade da rede.

O Brasil deveria acelerar a contratação de sistemas de armazenamento de energia, como baterias, para suprir 10% da carga nacional. A defesa é da CPFL Energia, que vê na medida um passo crucial para a segurança do abastecimento. A demanda média de energia no país hoje ronda os 80 GW médios.
Bruno Monte, diretor de Estratégia e Inovação da companhia, apresentou a sugestão e apontou que o país já deveria ter avançado nessa direção.
A meta proposta pela CPFL representaria uma capacidade de armazenamento significativa, fundamental para a estabilidade da rede elétrica.
Com a crescente participação de fontes intermitentes, como a solar e a eólica, a capacidade de guardar energia se torna vital. É o que permite, por exemplo, armazenar o excedente produzido em momentos de alta geração para uso quando a demanda é maior ou a produção, menor.
Monte reforçou a urgência de implementar essas tecnologias. A aceleração garante segurança energética e otimiza o uso dos recursos disponíveis no sistema.
A proposta da CPFL está em sintonia com as discussões globais sobre transição energética. Há uma busca por infraestruturas mais resilientes e flexíveis em todo o mundo.
A integração de baterias em larga escala pode mitigar problemas de intermitência. Além disso, reduz a dependência de fontes fósseis para o suprimento de picos de demanda, contribuindo para a descarbonização.
O setor de infraestrutura energética acompanha de perto o desenvolvimento das tecnologias de armazenamento e as políticas públicas que podem impulsionar sua adoção. Para a CPFL, a agilidade na contratação e implantação desses sistemas é um fator crítico para o futuro do suprimento de energia no país.
Com informações de Agência iNFRA.
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