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Energia· 01 de outubro de 2026· 2 min de leitura

Creluz ativa usina solar de R$ 20 milhões no Rio Grande do Sul

Nova planta fotovoltaica em Jaboticaba recebeu investimento de R$ 20 milhões e já injeta energia na rede de distribuição da cooperativa.

Por Rafael Barcelar· Engenheiro (CREA-MG)
Creluz ativa usina solar de R$ 20 milhões no Rio Grande do Sul

A Cooperativa Regional de Eletrificação Rural Zona Jacuí (Creluz) colocou em operação comercial a sua nova usina solar fotovoltaica no município de Jaboticaba, no Rio Grande do Sul. O empreendimento demandou um aporte financeiro de R$ 20 milhões e amplia a capacidade de geração própria de energia da concessionária para atender aos seus associados na região.

A instalação da planta faz parte da estratégia da cooperativa para diversificar sua matriz energética e garantir maior estabilidade no suprimento local. Com a entrada em funcionamento da unidade, a Creluz reduz a dependência de grandes centros de suprimento e otimiza o fluxo de distribuição em média e baixa tensão nos municípios atendidos.

A estrutura conta com milhares de painéis solares instalados em uma área dimensionada para maximizar a captação de irradiação ao longo do dia. O projeto incluiu a construção de subestações elevadoras e linhas de conexão dedicadas para escoar a energia gerada diretamente para as redes de média tensão da concessionária sem perdas significativas de carga.

Engenheiros e equipes técnicas da cooperativa acompanharam a fase de comissionamento e testes dos inversores e sistemas de automação. A tecnologia empregada permite monitoramento em tempo real do desempenho de cada arranjo de placas, facilitando a manutenção preventiva e a identificação imediata de quedas de rendimento.

Impacto para o setor elétrico regional

Investimentos em geração distribuída e usinas de médio porte por parte de cooperativas elétricas alteram o perfil do setor no interior do estado. A proximidade entre o ponto de geração e o consumidor final diminui os custos logísticos de transmissão e alivia a sobrecarga nas linhas de grande porte operadas pelo sistema integrado nacional.

Para o planejamento da infraestrutura local, a entrada em operação de ativos como a usina de Jaboticaba significa maior margem de reserva técnica. Gestores de redes e projetistas de sistemas elétricos observam que a descentralização da geração é o caminho mais eficiente para absorver o crescimento da demanda industrial e agrícola na região nos próximos anos.

Com informações de grupochiru.com.

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