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Energia· 07 de novembro de 2026· 2 min de leitura

DNIT implode ponte da BR-101 na PB no domingo

Estrutura sobre o Rio Paraíba, em Santa Rita, desabou em março. O DNIT marcou a implosão para domingo, com bloqueio de 13h30 às 17h30 e desvios na rota entre João Pessoa e Natal.

Por Rafael Barcelar· Engenheiro (CREA-MG)
DNIT implode ponte da BR-101 na PB no domingo

O DNIT marcou para domingo a implosão da ponte da BR-101 sobre o Rio Paraíba, em Santa Rita (PB). A estrutura desabou em março. Segundo a fonte, laudos apontaram perda superior a 70% em estacas metálicas, o que levou o órgão a optar pela demolição controlada.

A operação terá bloqueio entre 13h30 e 17h30 de domingo. Durante esse intervalo, o DNIT isola uma área de 300 metros ao redor da ponte e fecha a rodovia no trecho. Há desvios rodoviários previstos para quem faz a ligação entre João Pessoa e Natal, um dos eixos de maior movimento do Nordeste.

O item cita a perda de seção das estacas metálicas como motivo técnico da decisão. Os laudos não foram detalhados na fonte, e não há informação sobre o método de inspeção nem sobre o tipo de fundação da ponte original.

A demolição por implosão é uma escolha que costuma pesar no cronograma. Quando a estrutura está comprometida e o acesso sob ela é restrito, a derrubada controlada tende a ser mais rápida do que o desmonte mecânico, mas exige isolamento amplo e bloqueio de tráfego por um período determinado. Foi essa a lógica apresentada pelo DNIT na comunicação do bloqueio, com a área de exclusão de 300 metros.

Outro ponto da operação é a inspeção da ponte vizinha, também prevista no material. A checagem da estrutura paralela faz parte das medidas do órgão antes e depois da implosão, e serve para confirmar o comportamento da travessia que continua em uso.

Para quem usa a rota, o recado é claro: domingo, das 13h30 às 17h30, a passagem pela ponte fica suspensa e o tráfego segue pelos desvios. Para o engenheiro e o gestor de infraestrutura, o caso mostra o peso de uma perda de seção em estacas metálicas, que pode levar à interdição de uma travessia inteira, além do custo e do prazo de uma reconstrução futura, que a fonte não informa."

Com informações de Click Petróleo e Gás.

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