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Energia· 17 de julho de 2026· 1 min de leitura

Eneva amplia geração térmica em 46% e solar sofre cortes no 2º tri

A companhia Eneva registrou forte alta na produção termelétrica, impulsionada pelo despacho no SIN, enquanto seu complexo solar enfrentou cortes que exigiram compra de energia.

Por Rafael Barcelar· Engenheiro (CREA-MG)· atualizado em 02 de outubro de 2026
Eneva amplia geração térmica em 46% e solar sofre cortes no 2º tri

A Eneva, empresa do setor de energia, registrou um aumento de 46% em sua geração termelétrica durante o segundo trimestre de 2026. Este crescimento foi impulsionado pelo maior despacho de energia por ordem de mérito no Sistema Interligado Nacional (SIN), indicando a relevância das térmicas para a estabilidade do fornecimento.

O desempenho da geração térmica contrasta com a operação do Complexo Solar Futura da companhia. No mesmo período, o complexo solar teve um aumento de 26,1% nos cortes de geração.

Esses cortes na produção solar resultaram na necessidade de a Eneva adquirir energia no mercado. A compra foi essencial para que a empresa pudesse atender aos contratos de autoprodução que possui, demonstrando os desafios da intermitência das fontes renováveis.

A dinâmica observada no segundo trimestre de 2026 reflete a complexidade da matriz energética brasileira, onde a geração termelétrica continua a desempenhar um papel crucial na complementação de fontes intermitentes como a solar. Para profissionais da engenharia e gestores da infraestrutura, o cenário ressalta a importância de um planejamento robusto que considere a integração de diferentes tecnologias e a garantia de suprimento em momentos de menor disponibilidade de fontes renováveis.

Com informações de MegaWhat.

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