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Energia· 28 de junho de 2026· 1 min de leitura

Engenharia da DORIS reativa plataformas PCH-1 e PCH-2 na Bacia de Campos

A DORIS, em parceria com a Perenco Brasil, está conduzindo as etapas de engenharia para reativar as plataformas PCH-1 e PCH-2, localizadas no campo de Cherne.

Redação Giro Engenharia
Engenharia da DORIS reativa plataformas PCH-1 e PCH-2 na Bacia de Campos

A DORIS, empresa francesa de engenharia, consultoria e gerenciamento de projetos, está à frente das etapas de pré-FEED e FEED avançado para a revitalização e eletrificação das plataformas PCH-1 e PCH-2. Os ativos, pertencentes ao campo de Cherne na Bacia de Campos, serão reativados em colaboração com a Perenco Brasil, subsidiária da Perenco.

O projeto visa modernizar e recolocar em operação as duas unidades de produção, um esforço crucial para a longevidade e eficiência do campo de Cherne. A eletrificação, em particular, sinaliza um movimento em direção a operações mais sustentáveis e com menor pegada de carbono na produção de óleo e gás.

As fases de pré-FEED (Front-End Engineering Design preliminar) e FEED avançado (Front-End Engineering Design) são críticas para a definição técnica e econômica do empreendimento. No pré-FEED, são exploradas diversas alternativas e conceitos, enquanto o FEED detalha a solução escolhida, gerando especificações e projetos básicos que guiarão a execução da obra.

A Bacia de Campos, uma das mais tradicionais áreas de produção de petróleo do Brasil, tem visto esforços contínuos de revitalização de campos maduros. A reativação das plataformas de Cherne representa um investimento na infraestrutura existente, buscando maximizar a recuperação de reservas e estender a vida útil dos ativos.

Para os profissionais da engenharia e gestores da área, este projeto destaca a complexidade e a demanda por expertise em modernização de infraestruturas offshore. Eletrificação e revitalização de plataformas antigas exigem soluções inovadoras de engenharia, gestão de riscos e integração de novas tecnologias para garantir a segurança operacional e a viabilidade econômica.

Com informações de Petronoticias.

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