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Energia· 06 de julho de 2026· 1 min de leitura

Engie Brasil adquire 40% da Jirau Energia por R$ 5,74 bilhões

A transação fortalece a presença da Engie no setor hidrelétrico brasileiro, em um momento de aprovação de novos planos para a expansão energética nacional.

Redação Giro Engenharia
Engie Brasil adquire 40% da Jirau Energia por R$ 5,74 bilhões

A Engie Brasil aprovou a aquisição de uma fatia de 40% da Jirau Energia, em uma transação avaliada em R$ 5,74 bilhões. Este movimento estratégico consolida a atuação da companhia no segmento de geração hidrelétrica no país.

A operação, que ainda depende de aprovações regulatórias, representa um investimento significativo da Engie em um dos maiores ativos de infraestrutura energética do Brasil. A Jirau Energia é responsável pela Usina Hidrelétrica de Jirau, localizada no Rio Madeira, em Rondônia.

A Usina de Jirau é um componente crucial da matriz elétrica brasileira. Sua localização estratégica na região Norte é vital para o suprimento de energia para diversas regiões do país.

A Engie já possui um portfólio diversificado de ativos de geração no Brasil, incluindo outras usinas hidrelétricas, termelétricas e projetos de energia renovável. A aquisição da participação na Jirau Energia reforça a posição da empresa como um dos principais players do setor.

Paralelamente a esta transação, o Governo do Brasil aprovou recentemente o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2035. O plano estabelece as diretrizes para o desenvolvimento do setor energético nacional nos próximos anos, indicando um cenário de investimentos e crescimento para a infraestrutura de energia.

A compra da fatia da Jirau pela Engie se alinha às perspectivas de expansão e modernização da infraestrutura energética brasileira. Tais investimentos são essenciais para garantir a segurança do suprimento e a transição para uma matriz mais sustentável.

Para os profissionais da engenharia e construção, a transação e o cenário do PDE 2035 sinalizam a continuidade de grandes projetos e a demanda por expertise em planejamento, execução e gestão de empreendimentos de energia. Há um foco crescente na otimização operacional e na integração de novas tecnologias em ativos de grande porte.

Com informações de ADVFN.

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