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Energia· 25 de agosto de 2026· 1 min de leitura

EUA selecionam 13 novos projetos de reatores nucleares avançados

Centro de Inovação de Reatores Nacionais amplia programa federal para acelerar testes de combustíveis e microreatores.

Por Rafael Barcelar· Engenheiro (CREA-MG)
EUA selecionam 13 novos projetos de reatores nucleares avançados

O Departamento de Energia dos Estados Unidos, por meio do Centro de Inovação de Reatores Nacionais (NRIC), selecionou 13 novos projetos desenvolvidos por 12 empresas diferentes. A iniciativa integra o programa Nuclear Energy Launch Pad, criado para expandir o suporte regulatório e técnico a desenvolvedores de reatores nucleares avançados e novas tecnologias de ciclo de combustível. Os projetos escolhidos abrangem desde startups focadas em enriquecimento de urânio até fabricantes de microreatores e novas instalações de produção de combustível nuclear.

Expansão do pipeline nuclear

A seleção representa uma aceleração na rota de autorização federal para testes em locais federais e não federais. Com a inclusão dos 13 novos participantes, o programa busca preencher a lacuna entre a pesquisa laboratorial e a demonstração comercial em escala real. A infraestrutura pública passa a ser usada para mitigar riscos de engenharia e testar a viabilidade operacional de conceitos inovadores de fissão.

Impacto para a cadeia setorial

Para engenheiros e gestores da área de energia, a movimentação sinaliza um esforço prático para destravar a cadeia de suprimento de combustíveis avançados, um dos principais gargalos para a implantação de centrais nucleares de nova geração. O avanço dessas tecnologias exige validações rigorosas de materiais e sistemas de contenção para garantir segurança em ambientes de operação comercial e industrial descentralizada.

O próximo passo para as empresas selecionadas envolve o detalhamento dos cronogramas de engenharia e a validação dos requisitos de segurança junto aos órgãos reguladores. Os testes devem ocorrer em instalações designadas ao longo dos próximos anos, pavimentando o caminho para a futura comercialização dos projetos de energia limpa.

Com informações de POWER Magazine.

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