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Construção· 18 de setembro de 2026· 2 min de leitura

Eztec fecha locação do Esther Towers com Itaú e mira R$ 1,2 bi

Contrato de locação integral do projeto Esther Towers com o Itaú deve gerar receita estimada em R$ 1,2 bilhão em dez anos para a construtora Eztec.

Por Rafael Barcelar· Engenheiro (CREA-MG)
Eztec fecha locação do Esther Towers com Itaú e mira R$ 1,2 bi

A Eztec fechou um contrato de locação integral do projeto Esther Towers com o Itaú Unibanco, em uma das operações corporativas de maior expressão recente no mercado imobiliário comercial. A transação envolve a ocupação completa do empreendimento pela instituição financeira, consolidando um movimento de consolidação de espaços corporativos de alto padrão na capital paulista. O acordo foi bem recebido pelo mercado, que avalia a previsibilidade de caixa gerada pelo compromisso de longo prazo para a construtora.

Impacto financeiro no horizonte de dez anos

A projeção oficial encaminhada pela construtora aponta que o contrato renderá receitas estimadas em cerca de R$ 1,2 bilhão ao longo de dez anos de vigência. O valor reflete a magnitude do empreendimento Esther Towers e o perfil de inquilinos de grande porte que buscam lajes corporativas eficientes e com certificações de sustentabilidade e tecnologia embarcada. Para a Eztec, o fluxo garante a rentabilidade do ativo imobiliário sem a necessidade de fatiar a locação entre múltiplos ocupantes, reduzindo o esforço comercial e operacional de gestão predial.

O perfil do ativo corporativo

O empreendimento Esther Towers integra o portfólio de ativos comerciais de alto padrão desenvolvidos pela companhia, projetado para atender exigências rigorosas de eficiência energética e infraestrutura de rede. A locação integral por uma única instituição demonstra a escassez de lajes corporativas prontas e com especificações técnicas avançadas capazes de absorver operações complexas de grandes bancos. A centralização da sede ou de departamentos estratégicos do Itaú no complexo reforça a tendência de migração para edifícios novos com melhor desempenho operacional.

O que muda para o setor de construção

Negócios desse porte alteram a dinâmica de avaliação de risco para construtoras e incorporadoras focadas em commercial real estate. Garantir um inquilino de primeira linha antes mesmo da estabilização completa do ativo blinda o balanço da empresa contra a volatilidade do mercado de locação comercial. Gestores e engenheiros que atuam no desenvolvimento de grandes empreendimentos comerciais observam que a demanda por edifícios corporativos eficientes continua sustentando projetos de grande envergadura, mesmo em cenários de custos de construção elevados.

Com informações de financenews.com.br.

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