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Energia· 11 de julho de 2026· 1 min de leitura

Falta de combustível paralisa térmicas e causa novo apagão em Cuba

O país registra o segundo colapso elétrico em menos de uma semana, devido à escassez de combustível para as usinas termelétricas.

Redação Giro Engenharia
Falta de combustível paralisa térmicas e causa novo apagão em Cuba

Cuba registrou um novo colapso em seu sistema elétrico neste sábado, mergulhando o país novamente na escuridão. O incidente, o segundo em menos de uma semana, é atribuído à falta crítica de combustível para as usinas termelétricas da ilha.

A situação foi confirmada pelo Primeiro-Ministro cubano, que destacou a quase inexistência de combustível para abastecer as centrais geradoras de energia. Um colapso anterior no sistema elétrico, que havia afetado o país dias antes, só foi totalmente resolvido na quarta-feira.

Este novo apagão agrava o cenário de instabilidade energética, que tem se tornado recorrente na ilha caribenha. A infraestrutura energética de Cuba depende majoritariamente de usinas termelétricas, que utilizam óleo combustível para gerar eletricidade.

A escassez de hidrocarbonetos impacta diretamente a capacidade de operação dessas plantas, levando a interrupções no fornecimento. A falta de combustível para a geração de energia é um desafio crítico para a engenharia e gestão da rede elétrica, onde a manutenção de um suprimento constante e adequado de insumos é fundamental para garantir a estabilidade e a resiliência do sistema.

Para engenheiros e gestores de infraestrutura, a situação em Cuba serve como um alerta sobre a importância da diversificação da matriz energética e da segurança no abastecimento de combustíveis. A dependência excessiva de uma única fonte ou tipo de usina pode expor o sistema a vulnerabilidades severas.

A recorrência de apagões em Cuba demonstra que a gestão de crises no setor energético exige um planejamento robusto, com estratégias de contingência e investimentos em fontes alternativas. Profissionais da área devem observar a logística de suprimentos e a capacidade de armazenamento como pontos cruciais para evitar a paralisação de infraestruturas essenciais.

Com informações de Petronoticias.

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