Galapagos estreia ETF de energia limpa na B3 com R$ 20 milhões
Novo fundo negociado na B3 foca em ações do setor elétrico e contará com aporte direto do BNDES.

O mercado brasileiro de capitais conta com um novo instrumento financeiro voltado para a transição energética. A Galapagos Capital lançou o fundo de índice GLMP11, negociado na B3 a partir de agora, estruturado para concentrar investimentos em empresas do setor de energia limpa com atuação no Brasil. A iniciativa busca atrair capital privado para projetos de infraestrutura sustentável.
Para iniciar as operações na bolsa, a gestora realizou uma captação inicial de R$ 20 milhões. O montante servirá como base para compor a carteira do fundo, que replica o desempenho de companhias ligadas à geração renovável, transmissão e distribuição de energia sob critérios ambientais rigorosos.
Participação do BNDES
Além do capital inicial levantado pela Galapagos, o fundo contará com a participação financeira do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A entrada do banco de desenvolvimento reforça a estratégia institucional de alavancar instrumentos de mercado de capitais para financiar a infraestrutura verde no país.
A presença de recursos públicos em conjunto com aportes privados visa dar maior liquidez e robustez ao produto financeiro. Para os gestores e investidores do setor de infraestrutura, a criação de ETFs específicos facilita a alocação de recursos em ativos regulados sem a necessidade de compra direta de ações individuais.
Impacto para a infraestrutura
A chegada do GLMP11 ao pregão abre um novo canal de financiamento para o setor elétrico brasileiro, que demanda investimentos constantes na expansão da matriz limpa e na modernização das redes. A estruturação de fundos negociados em bolsa transfere parte do risco regulatório e de mercado para investidores institucionais e de varejo, diversificando as fontes de capital para os grandes players de engenharia e energia.
Com informações de MegaWhat.
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