Giro EngenhariaNewsletter
Inovação· 04 de julho de 2026· 1 min de leitura

Impressão 3D com concreto reduz 60% do desperdício em casas

A tecnologia de impressão 3D para construção da COBOD utiliza concreto real e diminui significativamente o descarte de materiais em obras residenciais.

Redação Giro Engenharia
Impressão 3D com concreto reduz 60% do desperdício em casas

A COBOD, empresa especializada em soluções de construção, desenvolveu impressoras 3D de grande porte capazes de edificar residências utilizando concreto real, resultando em uma redução de 60% no desperdício de materiais. Esta inovação visa otimizar os processos construtivos e promover maior sustentabilidade no setor, especialmente em projetos habitacionais.

As impressoras desenvolvidas pela COBOD distinguem-se pelo seu tamanho e pela capacidade de trabalhar diretamente com concreto, um material amplamente empregado na construção civil. Diferente de outras tecnologias de impressão 3D que utilizam polímeros ou argamassas especiais, a abordagem da COBOD permite a construção de estruturas robustas com o mesmo material-base das obras convencionais.

A diminuição de 60% no desperdício de material representa um avanço significativo para a sustentabilidade na construção. O setor é um dos maiores geradores de resíduos globalmente, e a otimização no uso de recursos impacta diretamente a pegada ambiental dos projetos, além de reduzir custos associados à compra de material excedente e ao descarte de entulho.

Este método de construção por impressão 3D pode acelerar o cronograma de obras, pois automatiza parte do processo de montagem estrutural. A precisão da impressão também minimiza erros e a necessidade de retrabalho, contribuindo para a eficiência geral do canteiro.

Para os profissionais da engenharia e da construção, a tecnologia da COBOD aponta para uma transformação na gestão de projetos e na escolha de métodos executivos. A adoção de impressoras 3D de concreto exige uma nova abordagem no planejamento, desde o design arquitetônico otimizado para a impressão até a logística de suprimento de concreto e a qualificação da mão de obra. Isso implica não apenas ganhos de eficiência e sustentabilidade, mas também a necessidade de adaptação às novas ferramentas e processos que moldarão o futuro da construção civil.

Com informações de Monitor do Mercado.

Compartilhar:WhatsAppXLinkedIn
Siga o Giro Engenharia:WhatsApp

Leia também

O Giro na sua caixa de entrada

As notícias que importam para quem é da engenharia, uma vez por semana. Sem spam.