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Infraestrutura· 24 de agosto de 2026· 1 min de leitura

Ministério libera R$ 755 mi para obras de saneamento em cinco Estados

Governo federal habilita propostas de saneamento básico e recursos entram na fase de contratação para expansão de redes de água.

Por Rafael Barcelar· Engenheiro (CREA-MG)· atualizado em 27 de setembro de 2026
Ministério libera R$ 755 mi para obras de saneamento em cinco Estados

O Ministério das Cidades habilitou novas propostas de saneamento básico voltadas para a expansão de infraestrutura de água, destinando um montante de R$ 755,1 milhões para intervenções em Minas Gerais e em outros quatro Estados brasileiros. A liberação de recursos marca o avanço dos projetos para a etapa de contratação, permitindo que os municípios beneficiados iniciem a execução técnica dos sistemas de abastecimento e distribuição.

A iniciativa federal integra as ações de fomento aos serviços de saneamento e busca reduzir os vazios de atendimento nas regiões contempladas. Com a habilitação das propostas, os gestores locais ganham segurança jurídica e orçamentária para estruturar os processos licitatórios e os canteiros de obras necessários para cumprir as metas de universalização.

O processo de seleção avalia a viabilidade técnica e financeira dos projetos apresentados pelas administrações locais e companhias de saneamento. A verificação de conformidade com as diretrizes do setor é exigida para garantir que os investimentos públicos alcancem eficiência operacional e reduzam perdas nos sistemas de distribuição de água.

Para o engenheiro e o gestor de infraestrutura, a fase de habilitação exige o cumprimento rigoroso de cronogramas de engenharia e a apresentação de projetos executivos detalhados. A liberação do montante de R$ 755,1 milhões movimenta a cadeia da construção civil pesada e exige capacidade técnica na gestão dos contratos.

O próximo passo para os Estados e municípios contemplados consiste na assinatura dos contratos de repasse e na publicação dos editais de licitação para as obras civis. A execução célere dos projetos garante o fluxo financeiro e evita o risco de contingenciamento de verbas federais destinadas ao setor de saneamento.

Com informações de O TEMPO.

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