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Infraestrutura· 17 de julho de 2026· 1 min de leitura

MPC-ES aponta prejuízo de R$ 36,8 milhões em obras do Aeroporto de Cachoeiro

O Ministério Público de Contas do Espírito Santo (MPC-ES) contesta decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-ES) e aponta prejuízo de R$ 36,8 milhões nas obras de ampliação do Aeroporto de Cachoeiro de Itapemirim.

Redação Giro Engenharia
MPC-ES aponta prejuízo de R$ 36,8 milhões em obras do Aeroporto de Cachoeiro

O Ministério Público de Contas do Espírito Santo (MPC-ES) contestou uma decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-ES) e apontou um prejuízo de R$ 36,8 milhões nas obras de ampliação do Aeroporto de Cachoeiro de Itapemirim. A divergência entre os órgãos fiscalizadores ressalta a importância da análise rigorosa na gestão de projetos de infraestrutura.

A contestação do MPC-ES foca na decisão do TCE-ES sobre a regularidade das obras aeroportuárias. Embora a fonte não detalhe os pontos específicos da discordância, o Ministério Público de Contas mantém a posição de que houve um dano significativo aos cofres públicos, quantificado nos R$ 36,8 milhões.

As obras em questão envolvem a ampliação da infraestrutura do Aeroporto de Cachoeiro de Itapemirim, um projeto fundamental para o desenvolvimento logístico e econômico da região sul do Espírito Santo. Investimentos em aeroportos regionais visam aprimorar a conectividade e a capacidade de transporte de passageiros e cargas.

O TCE-ES, como órgão de controle externo, é responsável por fiscalizar a aplicação dos recursos públicos e a gestão administrativa. O MPC-ES, por sua vez, atua como o braço ministerial dentro do Tribunal, defendendo o interesse público e a legalidade dos atos de gestão. A contestação indica que o MPC-ES busca reverter o entendimento anterior do TCE-ES.

Para os profissionais da engenharia e gestores de infraestrutura, a situação evidencia a necessidade de documentação detalhada e conformidade rigorosa em todas as etapas de um projeto. Discrepâncias em auditorias podem gerar contestações prolongadas, impactar prazos e exigir reavaliação de custos, reforçando a importância da transparência e da execução orçamentária precisa para evitar prejuízos e questionamentos futuros.

Com informações de AEROIN.

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