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Infraestrutura· 20 de julho de 2026· 2 min de leitura

Obras da Maior Dessalinizadora do Brasil Começam em Cingapura

Projeto de R$ 1,4 bilhão em São Paulo prevê produção de 2.000 litros por segundo para abastecimento da Região Metropolitana.

Redação Giro Engenharia
Obras da Maior Dessalinizadora do Brasil Começam em Cingapura

A construção da maior usina dessalinizadora do Brasil, um projeto de R$ 1,4 bilhão, teve o início das obras autorizado. A unidade será instalada em Cingapura, com previsão de produção de 2.000 litros de água por segundo para reforçar o abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo.

O empreendimento é liderado pela Sabesp, a companhia de saneamento básico paulista, em parceria com a BRK Ambiental. A tecnologia de dessalinização permitirá a captação de água do mar, que será transformada em água potável através de um processo de osmose reversa. Essa iniciativa visa garantir a segurança hídrica da região, especialmente em períodos de escassez.

A nova usina terá capacidade para tratar 2.000 litros de água por segundo, o que equivale a aproximadamente 172,8 milhões de litros por dia. Essa produção será fundamental para complementar o abastecimento atual, que depende de mananciais como o Sistema Cantareira.

O projeto, considerado estratégico para o estado, conta com o apoio do governo de São Paulo e tem como objetivo diversificar as fontes de água potável e reduzir a dependência de chuvas para o abastecimento da população.

A escolha de Cingapura como local para a construção da usina se deve a fatores logísticos e de infraestrutura portuária, que facilitarão o transporte dos equipamentos e materiais necessários para a obra.

A obra está prevista para ser concluída em um prazo de três anos, com a expectativa de que a usina entre em operação plenamente em 2027. O investimento total de R$ 1,4 bilhão abrange a construção da planta, a infraestrutura de captação e o sistema de distribuição.

A dessalinização é vista como uma solução de longo prazo para a gestão dos recursos hídricos em regiões com alta demanda e disponibilidade limitada de água doce. O sucesso deste projeto em São Paulo pode servir de modelo para outras cidades brasileiras que enfrentam desafios semelhantes.

Com informações de BNamericas.

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