Giro EngenhariaNewsletter
Construção· 23 de junho de 2026· 2 min de leitura

Pedreira há 15 anos ajuda a erguer o maior prédio da Bahia

Maria Marli atua há 15 anos na construção civil e integra a equipe que ergue o maior edifício da Bahia, destacando-se em um setor predominantemente masculino.

Redação Giro Engenharia
Pedreira há 15 anos ajuda a erguer o maior prédio da Bahia

Maria Marli, pedreira com 15 anos de experiência, é uma das profissionais que ajudam a erguer o maior prédio da Bahia. Em um canteiro de obras dominado por quase 40 homens, máquinas e concreto, sua presença ressalta a crescente participação feminina em funções tradicionalmente masculinas da construção civil.

Com uma trajetória consolidada no setor, Maria Marli não apenas contribui para grandes projetos de infraestrutura, mas também aplica o conhecimento adquirido em sua vida pessoal. Sua experiência em canteiros a capacitou a construir a própria casa, um marco de autonomia e habilidade.

Atualmente, além de seu trabalho no megaprojeto baiano, Maria Marli já está dedicando seus esforços para a construção de um novo sonho no interior. Este projeto pessoal demonstra a versatilidade e o impacto direto que a formação e a prática na engenharia civil podem ter na vida dos profissionais.

O setor da construção civil, embora ainda tenha uma maioria masculina, tem visto um aumento significativo da presença de mulheres em diversas funções, desde o planejamento e a gestão até a execução em campo. Profissionais como Maria Marli são exemplos práticos dessa transformação, que contribui para a diversidade e para a quebra de barreiras.

A inserção de mulheres em funções operacionais como a de pedreira não só desafia estereótipos, mas também enriquece as equipes com diferentes perspectivas e habilidades, comprovando que a capacidade técnica e a dedicação são os fatores primordiais para o sucesso em qualquer etapa de uma obra.

Para os gestores e decisores da engenharia, a história de Maria Marli sublinha a importância de investir na formação e na inclusão de mão de obra feminina. A valorização e o reconhecimento desses talentos não apenas promovem um ambiente de trabalho mais equitativo, mas também garantem equipes mais completas e eficientes, aptas a enfrentar os desafios de projetos de qualquer porte.

Com informações de CPG Click Petróleo e Gás.

Compartilhar:WhatsAppXLinkedIn
Siga o Giro Engenharia:WhatsApp

Leia também

O Giro na sua caixa de entrada

As notícias que importam para quem é da engenharia, uma vez por semana. Sem spam.