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Energia· 11 de agosto de 2026· 1 min de leitura

PPSA leiloa 13,9 milhões de barris de Búzios e Atapu em agosto

Pré-Sal Petróleo S.A. programa a oitava edição de seu leilão spot para comercializar cargas dos campos localizados na Bacia de Santos.

Por Rafael Barcelar· Engenheiro (CREA-MG)
PPSA leiloa 13,9 milhões de barris de Búzios e Atapu em agosto

A Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) definiu para o dia 26 de agosto, às 11h, a realização do oitavo Leilão Spot para a comercialização de excedentes de petróleo da União. O certame colocará no mercado aproximadamente 13 milhões de barris oriundos do campo de Búzios, com os carregamentos programados para ocorrer entre os meses de outubro e dezembro de 2026.

Além da fração principal do campo de Búzios, a licitação também incluirá uma carga adicional de 900 mil barris proveniente do campo de Atapu. Somados, os lotes totalizam 13,9 milhões de barris de petróleo bruto pertencentes à União, gerando nova movimentação financeira para o setor energético brasileiro.

A operação utiliza o formato spot, voltado para negociações de curto prazo e cargas pontuais, o que difere dos contratos de longo prazo de partilha de produção. Esse modelo permite à estatal monetizar rapidamente o volume de óleo que cabe ao governo nos acordos de partilha.

Os campos de Búzios e Atapu figuram entre os principais ativos produtivos do pré-sal brasileiro, situados na Bacia de Santos. A alta produtividade desses reservatórios garante volumes consistentes para os leilões periódicos realizados pela PPSA, atraindo o interesse de grandes tradings e refinarias.

Para o setor de óleo e gás, a disputa comercial serve como termômetro para a liquidez do mercado internacional de petróleo e para a demanda por cargas do pré-sal brasileiro. As empresas interessadas em participar devem cumprir os requisitos técnicos e financeiros previstos no edital divulgado pela estatal.

O resultado do leilão em agosto consolidará os preços de referência para essas cargas específicas e definirá os operadores logísticos responsáveis pelo escoamento do petróleo durante o último trimestre de 2026. A etapa seguinte envolverá a assinatura dos contratos de compra e venda e a programação exata dos navios petroleiros nos terminais de carga.

Com informações de Petronoticias.

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