Projeto Ema no Amazonas avança com engenharia da Altris
A Brazilian Critical Minerals contratou a Altris Engineering para liderar a engenharia básica do projeto de terras raras Ema, localizado no estado do Amazonas.

A Brazilian Critical Minerals definiu a empresa responsável por conduzir a próxima fase de desenvolvimento de um de seus principais ativos no país. A companhia nomeou a Altris Engineering para liderar o escopo de engenharia básica do projeto Ema, focado na extração e no processamento de terras raras no estado do Amazonas.
A escolha da consultoria de engenharia marca um passo operacional relevante para a estruturação técnica do empreendimento. Com a contratação, o projeto ganha suporte especializado para detalhar os parâmetros construtivos, operacionais e de infraestrutura necessários para a implantação da mina e das unidades de beneficiamento.
Detalhes do projeto
O projeto Ema insere-se no mercado global de minerais críticos, insumo indispensável para a transição energética e para a fabricação de ímãs permanentes, turbinas eólicas e veículos elétricos. A jazida amazônica tem atraído atenções pela composição geológica e pelo potencial de suprimento de elementos químicos considerados estratégicos por governos e indústrias de alta tecnologia.
A engenharia básica contratada junto à Altris servirá como base para dimensionar os investimentos totais, os cronogramas de obras civis e a escala industrial da futura operação. Esse detalhamento técnico é o instrumento que gestores e investidores utilizam para mitigar riscos de implantação antes de avançar para a fase de engenharia detalhada e construção física.
Impacto para o setor
Para o mercado de infraestrutura mineral, o avanço do projeto Ema representa a movimentação de capital técnico na Região Norte. Engenheiros metallurgistas, projetistas de infraestrutura e gestores de suprimentos passam a monitorar o cronograma de entregas dos estudos e os próximos passos contratuais para a execução das obras no canteiro.
A condução bem-sucedida da engenharia básica definirá a viabilidade econômica e os métodos construtivos que serão aplicados no Amazonas, ditando o ritmo dos próximos aportes financeiros na infraestrutura do empreendimento.
Com informações de Brasil Mineral.
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