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Infraestrutura· 01 de julho de 2026· 1 min de leitura

Regionalização do Saneamento em SP: municípios têm 180 dias para adesão

O Governo de São Paulo abriu prazo para formalização da integração à URAE 2, impactando a gestão do saneamento básico na região.

Redação Giro Engenharia
Regionalização do Saneamento em SP: municípios têm 180 dias para adesão

O Governo de São Paulo estabeleceu um prazo de 180 dias para que os municípios formalizem sua adesão à Unidade Regional de Saneamento Básico (URAE 2). A medida, conforme resolução publicada pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), visa a regionalização dos serviços de saneamento no estado.

A URAE 2 é uma das unidades criadas para organizar a prestação dos serviços de água e esgoto, coleta e tratamento de lixo, e drenagem urbana, seguindo as diretrizes do Novo Marco Legal do Saneamento Básico. A regionalização busca ganhos de escala, eficiência na gestão e atração de investimentos privados para o setor.

Para aderir, os municípios devem enviar à Semil o termo de integração devidamente assinado pelo chefe do executivo municipal. Este passo é crucial para alinhar as políticas locais às diretrizes regionais e garantir o acesso a recursos e investimentos centralizados.

Para o setor de engenharia e infraestrutura, a adesão à URAE 2 representa a padronização de projetos e a possibilidade de grandes contratos para a expansão e modernização das redes de saneamento. A concentração da gestão em unidades regionais pode facilitar a implantação de tecnologias mais avançadas e a execução de obras de maior porte.

A regionalização implica na necessidade de planejamento integrado, com a elaboração de planos de saneamento que atendam às demandas de múltiplos municípios. Isso exigirá maior coordenação entre as equipes técnicas e a busca por soluções inovadoras para os desafios de infraestrutura hídrica e de resíduos.

Profissionais da engenharia, consultores e empresas de construção civil devem observar este movimento, pois a formalização da URAE 2 pode redefinir o panorama de licitações e parcerias público-privadas no saneamento em São Paulo, direcionando investimentos para projetos de maior escala e complexidade técnica.

Com informações de Agência iNFRA.

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