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Construção· 16 de junho de 2026· 1 min de leitura

RN discute Manufatura Aditiva e futuro da construção civil

Evento no Rio Grande do Norte reuniu setor produtivo, academia e indústria para debater os desafios e oportunidades das novas tecnologias construtivas, como a manufatura aditiva.

Redação Giro Engenharia
RN discute Manufatura Aditiva e futuro da construção civil

A construção civil do Rio Grande do Norte deu um passo em direção à modernização e à inovação com o evento "Construção do Futuro – Manufatura Aditiva e Novas Tecnologias", realizado nesta segunda-feira, dia 15, no Auditório Albano Franco, na Casa da Indústria. O encontro, promovido pelo Sinduscon-RN em parceria com o SENAI-RN, reuniu empresários, especialistas e pesquisadores para debater a transformação tecnológica do setor.

O foco principal do evento foi a discussão sobre a manufatura aditiva e outras novas tecnologias que impactam a forma de projetar e construir. Representantes do setor produtivo, da academia e da indústria participaram das discussões, abordando os desafios inerentes à implementação dessas inovações.

Além dos desafios, foram exploradas as oportunidades que a adoção de tecnologias avançadas pode trazer para a construção civil potiguar. A modernização do setor é vista como essencial para aumentar a eficiência, reduzir custos e melhorar a qualidade das edificações.

A iniciativa do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Rio Grande do Norte (Sinduscon-RN), com o apoio do SENAI-RN, reforça o compromisso das entidades com o desenvolvimento e a atualização tecnológica dos profissionais da área. A colaboração entre indústria e academia é fundamental para impulsionar a pesquisa e a aplicação prática de soluções inovadoras.

Para os profissionais da engenharia e gestores de infraestrutura do Rio Grande do Norte, a iniciativa sinaliza uma crescente demanda por conhecimento e qualificação em novas metodologias construtivas. A discussão sobre manufatura aditiva, por exemplo, indica a necessidade de se preparar para processos que podem otimizar a produção de componentes e reduzir o tempo de obra, exigindo adaptação em projetos e canteiros.

Com informações de CBIC - Câmara Brasileira da Indústria da Construção.

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