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Energia· 17 de julho de 2026· 1 min de leitura

SBM Offshore avalia pipa gigante para rebocar FPSO no Suriname

A SBM Offshore, em parceria com a Technip Energies, explora um sistema de tração eólica para otimizar o transporte de uma unidade FPSO até o campo GranMorgu, offshore do Suriname.

Redação Giro Engenharia
SBM Offshore avalia pipa gigante para rebocar FPSO no Suriname

A SBM Offshore, empresa holandesa especializada em unidades flutuantes de produção, armazenamento e transferência (FPSO), anunciou a avaliação de um sistema de tração assistida pelo vento para o reboque de um FPSO. A iniciativa, desenvolvida em colaboração com a Technip Energies, por meio da joint venture STS JV, visa otimizar a logística e reduzir o impacto ambiental do transporte marítimo de grandes estruturas.

O sistema em análise utiliza uma espécie de pipa gigante para auxiliar a propulsão convencional durante o reboque. Esta tecnologia aproveita a força do vento para complementar a tração dos rebocadores, o que pode resultar em menor consumo de combustível e, consequentemente, na redução das emissões de gases de efeito estufa associadas à operação.

O FPSO em questão será empregado no projeto GranMorgu, situado no Bloco 58, na costa do Suriname. Este campo é operado pela TotalEnergies, uma das maiores empresas de energia do mundo. O transporte de uma unidade FPSO é uma operação complexa e de grande escala, exigindo planejamento e execução precisos.

A colaboração entre SBM Offshore e Technip Energies reflete a busca da indústria por soluções mais sustentáveis e eficientes. A SBM Offshore é uma das líderes globais no fornecimento de FPSOs, enquanto a Technip Energies traz sua expertise em engenharia e tecnologia para o setor de energia.

A avaliação desta tecnologia de tração eólica representa um passo importante para a engenharia offshore. Se bem-sucedida, a aplicação de pipas no reboque de FPSOs pode estabelecer um novo padrão para a logística de grandes estruturas marítimas, influenciando futuros projetos de transporte e impactando positivamente os custos operacionais e a pegada ambiental do setor.

Com informações de Petronoticias.

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