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Inovação· 18 de junho de 2026· 1 min de leitura

Stratasys apresenta material 3D antichamas certificado para trens

Compósito de PA6/66, com 30% de fibra de vidro, cumpre as exigências das normas EN 45545-2 HL2 e FMVSS 302, abrindo caminho para componentes mais seguros e leves no transporte sobre trilhos.

Redação Giro Engenharia
Stratasys apresenta material 3D antichamas certificado para trens

A Stratasys, especialista em soluções de impressão 3D, acaba de introduzir um novo compósito de poliamida PA6/66, reforçado com 30% de fibra de vidro, projetado para o setor ferroviário. O grande diferencial é sua certificação contra chamas, que o alinha às rigorosas normas internacionais de segurança.

A formulação do material, um compósito de PA6/66 com 30% de fibra de vidro, não apenas confere alta resistência mecânica, mas, crucialmente, impede a propagação de chamas. Esta característica é vital para a segurança em ambientes de transporte de passageiros, onde o risco de incêndio deve ser minimizado ao máximo.

A conformidade com as exigências da norma europeia EN 45545-2 HL2 e da americana FMVSS 302 é o ponto chave. Ambas são referências globais para componentes em veículos ferroviários, atestando a adequação do material para uso crítico.

A EN 45545-2 HL2, por exemplo, é uma diretriz europeia que cobre a proteção contra fogo em trens, avaliando inflamabilidade, emissão de fumaça e toxicidade dos materiais. Já a FMVSS 302 estabelece padrões de segurança contra incêndio para materiais internos de veículos automotores, incluindo trens e ônibus, nos Estados Unidos.

Para a engenharia e a construção ferroviária, a chegada deste material de impressão 3D certificado abre um leque de possibilidades. Designers e fabricantes podem agora conceber e produzir componentes internos mais complexos e leves, com agilidade e segurança aprimoradas, sem a preocupação de descumprir regulamentações.

Profissionais da engenharia ferroviária e da indústria de manufatura aditiva devem atentar a este avanço. Ele simplifica a prototipagem, a produção de peças de reposição ou de componentes personalizados para o interior de trens. Com isso, garante-se a conformidade com normas de segurança críticas, ao mesmo tempo em que se pode reduzir custos e prazos no desenvolvimento e manutenção de projetos.

Com informações de Engineering.com.

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