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Inovação· 16 de julho de 2026· 2 min de leitura

Supermicro amplia portfolio de resfriamento para data centers de IA e HPC

A expansão da linha de trocadores de calor de porta traseira (RDHx) da Supermicro visa atender à demanda crescente por soluções de refrigeração de alta densidade em infraestruturas de inteligência artificial e computação de alto desempenho.

Redação Giro Engenharia
Supermicro amplia portfolio de resfriamento para data centers de IA e HPC

A Supermicro, empresa global de soluções de TI, expandiu seu portfólio de trocadores de calor de porta traseira (RDHx). O objetivo é oferecer maior capacidade de resfriamento para data centers que abrigam cargas de trabalho intensivas, como inteligência artificial (IA) e computação de alto desempenho (HPC). Essa atualização é crucial para a infraestrutura de centros de dados, que enfrentam desafios crescentes com o calor gerado por equipamentos de última geração.

Os trocadores de calor de porta traseira são sistemas de resfriamento que se acoplam diretamente à parte traseira dos racks de servidores, capturando o calor gerado antes que ele se disperse pelo ambiente do data center. Diferentemente dos métodos de resfriamento tradicionais, eles permitem uma remoção de calor mais eficiente e localizada, o que é fundamental para manter a temperatura operacional ideal dos equipamentos.

A nova linha da Supermicro suporta capacidades de 10 kW a 120 kW por rack. Essa faixa de potência é um diferencial, pois as cargas de trabalho de IA e HPC exigem densidades de energia significativamente maiores do que as aplicações de TI convencionais. Servidores dedicados a essas tarefas podem gerar calor equivalente a múltiplos racks de sistemas comuns, demandando soluções de refrigeração robustas.

O avanço da inteligência artificial e da computação de alto desempenho tem impulsionado a demanda por data centers com infraestrutura capaz de suportar um consumo energético elevado e, consequentemente, uma dissipação de calor intensa. A falha em gerenciar adequadamente a temperatura pode levar a gargalos de desempenho, falhas de hardware e aumento nos custos operacionais.

A flexibilidade da solução permite sua implementação tanto em novos projetos de data centers quanto na modernização de instalações existentes. Para engenheiros e gestores de infraestrutura, isso significa a possibilidade de escalar a capacidade de resfriamento sem a necessidade de grandes reformas estruturais no ambiente, otimizando o uso do espaço e a eficiência energética.

Para os profissionais da engenharia e da gestão de infraestrutura, a disponibilidade de trocadores de calor com essa capacidade de resfriamento representa uma ferramenta importante para o planejamento e a operação de data centers. A escolha de soluções como o RDHx impacta diretamente a eficiência energética, a sustentabilidade e a capacidade de expansão de projetos, especialmente em um cenário onde a demanda por processamento de dados e IA só tende a crescer. A adequação da infraestrutura de resfriamento é um fator crítico para a longevidade e o desempenho dos investimentos em tecnologia.

Com informações de Engineering.com.

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