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Energia· 19 de outubro de 2026· 1 min de leitura

União produz 313 mil barris de petróleo por dia no pré-sal

Campo de Mero lidera a extração federal em regime de partilha e responde por três quartos do volume total registrado em agosto.

Por Rafael Barcelar· Engenheiro (CREA-MG)
União produz 313 mil barris de petróleo por dia no pré-sal

A parcela da produção de petróleo pertencente à União atingiu a marca de 313 mil barris por dia no mês de agosto, segundo dados consolidados pelo setor energético. O volume considera nove contratos sob o regime de partilha de produção e quatro acordos de individualização da produção operados no país.

Do total extraído, a maior parte absoluta concentrou-se nos contratos de partilha, que somaram 285 mil barris diários. O restante do montante veio dos acordos de individualização da produção, consolidando a participação federal em campos estratégicos da bacia sedimentar offshore brasileira.

Dentro do modelo de partilha, o Campo de Mero destacou-se como o principal ativo produtor para a União no período analisado. A área isolada respondeu por 213,7 mil barris diários, o que representa exatos 75 por cento de todo o volume originado dos contratos de partilha.

A alta concentração da extração em Mero reflete a maturidade operacional e o ritmo acelerado de escoamento dos sistemas definitivos instalados no campo. A expansão contínua das plataformas na área tem alavancado os ganhos financeiros e de arrecadação para o Estado brasileiro.

Impacto para a infraestrutura

Para o setor de óleo e gás, o desempenho expressivo dos campos sob partilha comprova a capacidade técnica de execução dos projetos de grande porte no pré-sal. A evolução desses volumes impacta diretamente os cálculos de royalties e as receitas públicas vinculadas à infraestrutura de exploração.

O avanço na curva de produção exige das operadoras e da cadeia de fornecedores manutenção rigorosa nos poços e nas unidades flutuantes de produção, armazenamento e descarga. Gestores e projetistas observam a estabilidade desses ativos para planejar os próximos investimentos em escoamento e tratamento.

Com informações de Petronoticias.

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