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Infraestrutura· 23 de julho de 2026· 1 min de leitura

Unica defende mistura de 32% de etanol na gasolina por estudos técnicos

A União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) defende a elevação para 32% da mistura de etanol na gasolina, citando estudos técnicos e a Lei do Combustível do Futuro.

Redação Giro Engenharia
Unica defende mistura de 32% de etanol na gasolina por estudos técnicos

A União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) justificou a decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) de aumentar para 32% a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina. A entidade afirmou que a medida tem base em estudos técnicos conduzidos conforme as diretrizes da Lei do Combustível do Futuro.

A defesa da Unica ocorre em meio a questionamentos sobre a viabilidade e os impactos da nova proporção de etanol. A organização ressaltou que os estudos que embasaram a decisão foram realizados de acordo com o arcabouço legal vigente, garantindo a segurança e a eficácia da alteração.

A Unica enfatizou que os estudos técnicos que fundamentaram a decisão foram conduzidos em estrita conformidade com a Lei do Combustível do Futuro. Isso assegura que a análise considerou os preceitos legais e as melhores práticas para a política energética nacional.

Para o setor de engenharia automotiva e de combustíveis, a elevação para E32 representa um desafio e uma oportunidade. É preciso garantir que os veículos em circulação e os novos projetos de motores estejam plenamente compatíveis com a nova composição do combustível, sem comprometer a performance ou a durabilidade.

Adicionalmente, a cadeia de suprimentos e a infraestrutura de armazenamento e distribuição de combustíveis também precisam se adaptar. Ajustes em tanques, bombas e sistemas de transporte podem ser necessários para lidar com as características específicas de uma gasolina com maior teor de etanol, exigindo atenção da engenharia de projetos e manutenção.

Profissionais da engenharia de materiais e de processos devem observar de perto os resultados da implementação do E32, especialmente em termos de corrosão, vedação e compatibilidade dos componentes. A política energética brasileira, ao priorizar o etanol, reforça a demanda por soluções e tecnologias que otimizem o uso do biocombustível na matriz energética do país.

Com informações de Agência iNFRA.

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