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Construção· 04 de junho de 2026· 1 min de leitura

Universidade sueca cria gel de levedura imprimível para substituir gesso

Cientistas da Chalmers University of Technology, na Suécia, desenvolveram um gel de levedura imprimível com potencial para substituir gesso e plásticos na construção.

Redação Giro Engenharia
Universidade sueca cria gel de levedura imprimível para substituir gesso

Pesquisadores da Chalmers University of Technology, na Suécia, desenvolveram um novo material bio-baseado a partir de levedura, projetado para substituir gesso, plástico e tecidos sintéticos em diversas aplicações arquitetônicas e de construção. A inovação visa oferecer uma alternativa sustentável para materiais amplamente utilizados no setor.

O material, descrito como um gel de levedura imprimível, representa um avanço na busca por soluções de baixo impacto ambiental. Sua composição bio-baseada o diferencia de opções convencionais, que frequentemente dependem de recursos não renováveis e processos de produção intensivos em energia.

A capacidade de ser impresso sugere flexibilidade no design e na fabricação de componentes, o que pode otimizar o uso do material e reduzir o desperdício em canteiros de obra. Isso abre possibilidades para formas complexas e personalizadas em projetos arquitetônicos.

A expectativa é que este gel possa ser empregado em diversas estruturas e acabamentos, substituindo o gesso em paredes e forros, o plástico em componentes variados e até mesmo tecidos sintéticos em elementos decorativos ou funcionais.

Para o setor de engenharia e construção, a adoção de materiais como o gel de levedura pode significar uma redução significativa na pegada de carbono dos edifícios. A demanda por inovação em materiais sustentáveis cresce, impulsionada por regulamentações ambientais e pela conscientização dos consumidores.

Apesar do estágio de pesquisa, a validação de um material capaz de substituir insumos tão comuns como gesso e plástico indica uma direção clara para a indústria. Profissionais da construção civil e projetistas devem observar o desenvolvimento de alternativas bio-baseadas, que podem redefinir especificações e métodos construtivos nos próximos anos.

Com informações de Global Construction Review.

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