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Energia· 10 de agosto de 2026· 1 min de leitura

Usina Jacarezinho dobra cogeração com aporte de R$ 120 milhões

Grupo Maringá inicia operação da Maringá Energia II e amplia capacidade instalada para 50 megawatts no interior paranaense.

Por Rafael Barcelar· Engenheiro (CREA-MG)· atualizado em 12 de agosto de 2026
Usina Jacarezinho dobra cogeração com aporte de R$ 120 milhões

A Usina Jacarezinho concluiu a expansão de sua capacidade de cogeração de energia após receber um aporte financeiro de R$ 120 milhões. O projeto foi executado pelo Grupo Maringá com a entrada em operação comercial da nova unidade denominada Maringá Energia II, localizada no estado do Paraná.

Com a conclusão das obras e a ativação do novo sistema, a planta industrial dobrou sua capacidade produtiva anterior. O complexo sucroenergético passa a contar com uma potência instalada total de 50 megawatts hora, estruturando um modelo voltado tanto para o autoconsumo industrial quanto para o suprimento do sistema elétrico nacional.

Do total da potência agora disponível na usina, a parcela destinada à exportação para o mercado externo de energia será de 35 megawatts hora. O excedente gerado a partir da biomassa da cana de açúcar é injetado diretamente na rede de transmissão, aproveitando o potencial da matriz renovável para reforçar o suprimento regional.

Investimentos em cogeração industrial a partir de biomassa ganham relevância estratégica para o setor energético e para as próprias indústrias de grande porte. A prática reduz a pegada ambiental dos processos produtivos e transforma resíduos agrícolas em receita financeira recorrente por meio da comercialização do excedente de eletricidade.

Para o engenheiro e o gestor de infraestrutura, a expansão de plantas sucroenergéticas com foco na exportação de energia demonstra a consolidação da geração distribuída e centralizada de base renovável dentro do ambiente industrial. A integração de novas turbinas e caldeiras exige rigor técnico em projetos de eficiência térmica e conexões elétricas.

A operação comercial da Maringá Energia II já está ativa, marcando a entrega efetiva do pacote de investimentos planejado pelo grupo. O avanço técnico consolida a usina como um polo gerador de energia limpa com capacidade robusta de injeção na rede nos próximos anos.

Com informações de Petronoticias.

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