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Inovação· 28 de junho de 2026· 2 min de leitura

Air China investe R$ 480 mi e projeta 10 mil t de SAF para 2025

A companhia aérea chinesa detalhou suas metas de sustentabilidade para 2025, focando em investimentos verdes e no uso de combustíveis de aviação alternativos.

Redação Giro Engenharia
Air China investe R$ 480 mi e projeta 10 mil t de SAF para 2025

A Air China divulgou seu Relatório de Sustentabilidade 2025, estabelecendo metas ambiciosas para a descarbonização de suas operações. A empresa planeja um investimento de 689 milhões de yuans (aproximadamente R$ 480 milhões) em iniciativas verdes e a utilização de mais de 10 mil toneladas de Combustível Sustentável de Aviação (SAF) até o final de 2025.

O plano visa uma redução de 4% na intensidade de carbono de suas operações, como parte de um esforço maior para atingir a neutralidade de carbono. A estratégia envolve a modernização da frota, a otimização de rotas e o uso crescente de tecnologias mais limpas para reduzir as emissões.

O investimento de 689 milhões de yuans será direcionado para projetos que promovam a eficiência energética, a gestão de resíduos e o desenvolvimento de infraestrutura de apoio a tecnologias sustentáveis no setor de aviação. Este montante reflete o compromisso da Air China com a transição para uma operação mais ecológica.

A adoção do SAF é um dos pilares centrais da estratégia da Air China. Este combustível, produzido a partir de fontes renováveis como óleos vegetais, gorduras animais e resíduos agrícolas, pode reduzir as emissões de gases de efeito estufa em até 80% em comparação com o querosene tradicional, quando considerado o ciclo de vida completo.

A meta de 10 mil toneladas de SAF, embora represente uma fração do consumo total de combustível da companhia, sinaliza um compromisso crescente com a transição energética na aviação. A produção e o fornecimento de SAF ainda são desafios globais, mas a demanda de grandes companhias aéreas impulsiona o desenvolvimento do mercado e a busca por soluções inovadoras.

Para engenheiros e gestores da infraestrutura aeroportuária e da cadeia de suprimentos de combustíveis, este movimento da Air China sublinha a necessidade de adaptar as instalações de abastecimento e logística para o SAF. O setor precisará investir em novas tecnologias de produção e distribuição, além de capacitar equipes para lidar com as especificidades desses novos combustíveis, impactando projetos e custos operacionais futuros.

Com informações de GreentechLead.

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