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Construção· 11 de julho de 2026· 1 min de leitura

Amazonas: Greve na Construção Civil após Rejeição de Reajuste de 6%

Profissionais do setor no estado anunciaram paralisação total das atividades depois de recusarem a proposta de aumento salarial.

Por Rafael Barcelar· Engenheiro (CREA-MG)
Amazonas: Greve na Construção Civil após Rejeição de Reajuste de 6%

Os trabalhadores da construção civil no Amazonas anunciaram greve por tempo indeterminado após rejeitarem a proposta de reajuste salarial de 6%. A decisão, tomada após um impasse nas negociações com os empregadores, indica uma paralisação iminente das atividades em canteiros de obras e projetos de infraestrutura em todo o estado.

A proposta de 6% de aumento foi considerada insuficiente pela categoria, que busca melhores condições salariais e benefícios. A rejeição unânime da oferta levou ao anúncio da paralisação, que deve impactar diversos empreendimentos em andamento na região.

A greve na construção civil pode gerar atrasos significativos em obras públicas e privadas, incluindo projetos de habitação, infraestrutura viária e empreendimentos comerciais. O setor é um dos pilares da economia local, empregando milhares de pessoas e movimentando uma vasta cadeia produtiva.

Empresas de engenharia e construtoras que atuam no Amazonas precisarão ajustar seus cronogramas e orçamentos para lidar com a interrupção das atividades. A incerteza quanto à duração da greve adiciona complexidade ao planejamento e à gestão de projetos.

Para gestores e decisores da infraestrutura, a situação exige atenção redobrada. É fundamental monitorar o desenrolar das negociações entre trabalhadores e empregadores, bem como avaliar o impacto nos prazos contratuais e nos custos de mão de obra. A paralisação pode resultar em aditivos contratuais e na necessidade de renegociação de entregas e marcos de projeto.

Com informações de Portal Mário Adolfo.

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