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Infraestrutura· 06 de julho de 2026· 1 min de leitura

ANA lista 213 barragens prioritárias e vê deficit de fiscais em 19 estados

O Relatório de Segurança de Barragens (RSB) 2026 da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico identificou estruturas que demandam maior atenção e uma redução de 6% no quadro de profissionais de fiscalização.

Por Rafael Barcelar· Engenheiro (CREA-MG)
ANA lista 213 barragens prioritárias e vê deficit de fiscais em 19 estados

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) divulgou o Relatório de Segurança de Barragens (RSB) 2026, que aponta 213 estruturas hídricas prioritárias para atenção redobrada na segurança. Essas barragens estão distribuídas em 19 estados e no Distrito Federal, indicando um desafio significativo para a gestão de riscos no país.

A identificação dessas 213 barragens sinaliza a necessidade de monitoramento e intervenções específicas para garantir a integridade e evitar acidentes. O relatório da ANA serve como um alerta para os órgãos fiscalizadores e responsáveis pela operação, destacando a criticidade de certas infraestruturas.

Um dos pontos mais preocupantes do levantamento é a redução de 6% no número de profissionais dedicados à fiscalização dessas estruturas. A diminuição da equipe de inspeção pode comprometer a capacidade de acompanhamento e de resposta a eventuais problemas, aumentando os riscos associados à segurança das barragens.

A fiscalização é um pilar fundamental para a segurança de barragens, envolvendo vistorias periódicas, análise de documentação e acompanhamento de planos de segurança. Com menos fiscais, a abrangência e a profundidade dessas verificações podem ser afetadas, exigindo maior eficiência e uso de tecnologias para otimizar os recursos disponíveis.

Para engenheiros, gestores e decisores da infraestrutura, o relatório reforça a urgência em priorizar investimentos em manutenção, modernização e sistemas de alerta. A atenção à segurança de barragens não se restringe apenas à conformidade regulatória, mas também à proteção de vidas e do meio ambiente, demandando uma gestão proativa e contínua.

Com informações de Agência iNFRA.

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