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Energia· 10 de junho de 2026· 2 min de leitura

Aneel homologa leilão de reserva com economia de R$ 1,8 bilhão

Agência reguladora aprova contratos da segunda etapa do certame, que garantiu energia futura com deságio significativo.

Redação Giro Engenharia
Aneel homologa leilão de reserva com economia de R$ 1,8 bilhão

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) homologou nesta terça-feira (28) o resultado da segunda etapa do Leilão de Reserva de Capacidade (LRC 2024). A decisão oficializa os contratos para a contratação de energia elétrica futura, garantindo a segurança do suprimento do sistema elétrico brasileiro.

O certame, realizado em maio, alcançou uma economia de R$ 1,8 bilhão. Esse valor representa o deságio médio obtido em relação aos preços máximos definidos pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) para cada fonte de energia.

O leilão teve como objetivo a contratação de capacidade de geração de energia para garantir a disponibilidade em momentos de pico de demanda ou em situações de escassez hídrica. A reserva de capacidade é um mecanismo fundamental para a estabilidade e confiabilidade do sistema elétrico nacional.

Participaram do leilão diferentes fontes de geração, incluindo térmicas a gás natural e a óleo diesel, que são acionadas em situações críticas. A homologação pela Aneel permite que os empreendedores contratados avancem com os projetos e a implantação das usinas.

A reserva de capacidade contratada assegura a disponibilidade de energia em prazos que variam de 2024 a 2028, conforme a modalidade de cada contrato. O resultado do leilão demonstra a capacidade do mercado em oferecer energia a custos competitivos, mesmo para fontes que são acionadas em cenários específicos.

Com a homologação, as empresas vencedoras poderão dar continuidade aos trâmites necessários para a construção e operação das usinas. A reserva de capacidade é essencial para complementar a geração de energia de fontes intermitentes, como a solar e a eólica, garantindo o suprimento mesmo quando estas não estão produzindo.

O deságio de R$ 1,8 bilhão aponta para um cenário de maior competitividade e eficiência na oferta de energia de reserva. Essa economia se reflete na modicidade tarifária para os consumidores finais, um dos objetivos centrais da política energética do país.

Com informações de Movimento Econômico.

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