Giro EngenhariaNewsletter
Energia· 22 de junho de 2026· 1 min de leitura

ANP apreende 86 mil litros de óleo contaminado em Goiás

A ação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) visa combater a destinação irregular de Óleo Lubrificante Usado ou Contaminado (OLUC) no estado.

Redação Giro Engenharia
ANP apreende 86 mil litros de óleo contaminado em Goiás

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) apreendeu 86 mil litros de Óleo Lubrificante Usado ou Contaminado (OLUC) em uma operação de fiscalização realizada em Goiás. A ação é parte do esforço contínuo para garantir a conformidade com as normas ambientais e regulatórias que regem o descarte e o reprocessamento de resíduos perigosos no país.

O OLUC é classificado como resíduo perigoso, e sua destinação inadequada pode causar sérios danos ao meio ambiente, contaminando solo, água e ar. A legislação brasileira exige que todo OLUC seja coletado por empresas autorizadas e encaminhado para reprocessamento, transformando-o em óleo básico para a produção de novos lubrificantes, em um processo conhecido como rerrefino.

A fiscalização da ANP abrange desde a produção e importação de lubrificantes até a coleta e rerrefino do OLUC, visando assegurar que o ciclo de vida desses produtos seja ambientalmente responsável e legalmente amparado. A apreensão em Goiás reforça o rigor da agência na aplicação das normativas do setor.

Para os profissionais da engenharia e gestores de infraestrutura, a operação serve como um alerta sobre a importância da gestão correta de resíduos industriais. Empresas que geram OLUC, como oficinas, indústrias e frotas de veículos pesados, devem estar atentas à contratação de coletores e rerrefinadores licenciados, evitando passivos ambientais e multas.

A destinação irregular não apenas afronta a legislação ambiental, mas também impacta a sustentabilidade do setor de lubrificantes, que depende do rerrefino para fechar seu ciclo produtivo. A atenção à cadeia de custódia do OLUC é fundamental para evitar que empresas sérias sejam associadas a práticas ilegais, garantindo a segurança jurídica e ambiental das operações.

Com informações de Canal Rural.

Compartilhar:WhatsAppXLinkedIn
Siga o Giro Engenharia:WhatsApp

Leia também

O Giro na sua caixa de entrada

As notícias que importam para quem é da engenharia, uma vez por semana. Sem spam.