Giro EngenhariaNewsletter
Energia· 25 de junho de 2026· 1 min de leitura

Armazenamento solar pode elevar ganhos da MMGD em até 60% para clientes A4

Um estudo aponta que a integração de sistemas de baterias em usinas solares remotas pode gerar um aumento significativo nos créditos de energia para consumidores de média tensão.

Redação Giro Engenharia
Armazenamento solar pode elevar ganhos da MMGD em até 60% para clientes A4

A instalação de sistemas de armazenamento de energia (SAE), como baterias, em usinas solares remotas pode elevar em mais de 60% os créditos de energia para consumidores do subgrupo A4 que utilizam micro e minigeração distribuída (MMGD). A conclusão é de uma análise que avaliou o impacto dessas tecnologias no modelo de compensação de energia.

O subgrupo A4 abrange consumidores de média tensão, atendidos em níveis entre 2,3 kV e 25 kV, tipicamente empresas, indústrias e grandes estabelecimentos comerciais. Para esses usuários, a otimização dos créditos de energia é fundamental para a viabilidade econômica de projetos de geração distribuída.

A análise aponta que a presença de baterias confere maior flexibilidade à operação das usinas solares, permitindo que os consumidores do subgrupo A4 potencializem os ganhos com a compensação de energia. Essa otimização é crucial para a atratividade e sustentabilidade dos projetos de geração distribuída no Brasil.

Para o setor de engenharia e infraestrutura, essa descoberta reforça o papel crescente dos sistemas de armazenamento na matriz energética, não apenas como suporte à estabilidade da rede, mas também como ferramenta para otimização econômica. A integração de baterias representa um avanço na eficiência da MMGD.

Profissionais da engenharia e gestores de infraestrutura devem considerar a inclusão de sistemas de armazenamento de energia nos projetos de usinas solares para clientes de média tensão. A projeção de um aumento de até 60% nos créditos indica um retorno sobre o investimento mais rápido e uma maior competitividade para a geração distribuída, alterando a análise de viabilidade técnica e financeira desses empreendimentos.

Com informações de MegaWhat.

Compartilhar:WhatsAppXLinkedIn
Siga o Giro Engenharia:WhatsApp

Leia também

O Giro na sua caixa de entrada

As notícias que importam para quem é da engenharia, uma vez por semana. Sem spam.