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Energia· 02 de julho de 2026· 1 min de leitura

BRAVA Energia centraliza gestão de ativos onshore com COI no RN

A nova unidade em Mossoró (RN) unificará o monitoramento e a gestão da produção de campos no Rio Grande do Norte e Ceará.

Redação Giro Engenharia
BRAVA Energia centraliza gestão de ativos onshore com COI no RN

A BRAVA Energia inaugurou nesta quinta-feira (2) o Centro de Operações Integradas (COI) do Polo Potiguar, localizado em Mossoró, no Rio Grande do Norte. A nova estrutura visa centralizar o monitoramento e a gestão de todas as operações de produção dos ativos onshore da companhia nos estados do Rio Grande do Norte e Ceará, otimizando processos e a tomada de decisões.

O COI representa um avanço na estratégia operacional da BRAVA Energia, permitindo uma visão unificada e em tempo real das atividades de extração e processamento. Esta integração é fundamental para aumentar a eficiência das operações, garantindo respostas rápidas a qualquer eventualidade.

A unidade em Mossoró consolidará dados e informações de diversos campos de produção, abrangendo uma área significativa de atuação da empresa. A centralização facilita o acompanhamento da performance dos poços, a logística de equipamentos e a alocação de equipes técnicas.

Para a implementação da nova estrutura, a empresa informou que o investimento pode chegar a R$ 15. Este aporte financeiro demonstra o compromisso com a modernização da infraestrutura e a adoção de tecnologias que impulsionam a produtividade no setor de óleo e gás.

A operação integrada de ativos onshore, como a proposta pelo COI, é uma tendência global para empresas que buscam maior controle sobre suas cadeias produtivas. Ela permite a identificação proativa de gargalos, a otimização do uso de recursos e a minimização de riscos operacionais e ambientais.

Para engenheiros e gestores da área de energia, a criação deste centro significa maior precisão no planejamento de manutenção, melhoria na segurança das operações e uma base de dados robusta para análises preditivas. A centralização contribui diretamente para a redução de custos operacionais e para a longevidade dos ativos, impactando positivamente a rentabilidade e a sustentabilidade das operações de exploração e produção no Nordeste brasileiro.

Com informações de Petronoticias.

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