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Energia· 30 de junho de 2026· 2 min de leitura

Campo de Búzios bate 1,2 mi bpd e consolida liderança com P-78 e P-79

O campo de Búzios, no pré-sal, alcançou uma produção inédita de 1,2 milhão de barris de óleo equivalente por dia, impulsionado pela operação plena das plataformas P-78 e P-79.

Redação Giro Engenharia
Campo de Búzios bate 1,2 mi bpd e consolida liderança com P-78 e P-79

O campo de Búzios, localizado na Bacia de Santos, no pré-sal brasileiro, atingiu um novo recorde de produção, alcançando a marca de 1,2 milhão de barris de óleo equivalente por dia. Este feito consolida a posição do Brasil como líder global na exploração e produção em águas profundas, impulsionado pela plena operação das plataformas P-78 e P-79.

Búzios é o maior campo de petróleo em águas profundas do mundo e um dos mais produtivos do pré-sal. A contribuição decisiva para o recorde veio da entrada em operação e da aceleração da produção das novas unidades flutuantes de produção, armazenamento e transferência (FPSOs) P-78 e P-79.

A P-78, que iniciou sua produção em 2023, e a P-79, que também entrou em operação recentemente, são unidades de grande porte, projetadas para processar cada uma 180 mil barris de óleo e 7,2 milhões de metros cúbicos de gás por dia. A integração e otimização de suas operações foram cruciais para o volume total alcançado.

A exploração em águas profundas, especialmente no pré-sal, envolve desafios de engenharia complexos, desde a perfuração de poços em grandes profundidades até o desenvolvimento de tecnologias para extração e escoamento em cenários de alta pressão e temperatura. O sucesso em Búzios reflete a capacidade técnica da engenharia brasileira.

Este aumento de produção reforça a importância estratégica do pré-sal para a Petrobras e para a matriz energética brasileira. A empresa planeja a instalação de novas plataformas no campo de Búzios nos próximos anos, como a P-80, P-82 e P-83, visando expandir ainda mais a capacidade produtiva e a recuperação de óleo.

Para os profissionais da engenharia e da cadeia de óleo e gás, este recorde sinaliza a continuidade dos investimentos em projetos de grande escala e alta complexidade tecnológica. A demanda por expertise em engenharia submarina, gestão de grandes empreendimentos e desenvolvimento de soluções para ambientes extremos permanecerá elevada, com oportunidades em todas as fases do ciclo de vida dos ativos.

Com informações de CPG Click Petróleo e Gás.

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