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Energia· 12 de junho de 2026· 1 min de leitura

Cetesb adota satélites para monitorar balneabilidade em 8 praias do Tietê

A agência ambiental Cetesb implementará monitoramento via satélite para avaliar a qualidade da água em oito trechos balneáveis do Rio Tietê, visando aprimorar a gestão ambiental.

Redação Giro Engenharia
Cetesb adota satélites para monitorar balneabilidade em 8 praias do Tietê

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) iniciará o uso de tecnologia via satélite para monitorar a balneabilidade de oito "praias" designadas ao longo do Rio Tietê. Esta iniciativa busca aprimorar a coleta e a análise de dados sobre a qualidade da água nesses locais, que são importantes para recreação e contato público.

A adoção do sensoriamento remoto para este fim representa um avanço na aplicação de ferramentas tecnológicas para a gestão ambiental de corpos d'água no estado. O monitoramento por satélite permite uma cobertura mais ampla e frequente em comparação com os métodos tradicionais de coleta de campo, que podem ter limitações logísticas e de periodicidade.

O Rio Tietê, que historicamente enfrenta desafios significativos de poluição, tem sido alvo de contínuos esforços de despoluição e recuperação. O monitoramento da balneabilidade, especialmente em pontos que visam oferecer opções de lazer e contato com a natureza, é um indicativo crucial da saúde do ecossistema fluvial e da eficácia dos investimentos em saneamento.

Como agência responsável pelo controle ambiental em São Paulo, a Cetesb busca, com esta nova metodologia, otimizar a identificação de alterações na qualidade da água. Isso pode incluir variações que impactam a segurança dos frequentadores e a vida aquática, permitindo respostas mais rápidas a potenciais problemas e à necessidade de intervenções.

Para os profissionais da engenharia ambiental e os gestores de infraestrutura, a incorporação de satélites no monitoramento representa uma ferramenta valiosa. Essa abordagem pode resultar em decisões mais ágeis e fundamentadas para o planejamento de projetos de saneamento e recuperação de rios, influenciando diretamente a viabilidade de áreas de lazer fluviais e a proteção dos ecossistemas aquáticos.

Com informações de diarioesp.com.br.

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