Giro EngenhariaNewsletter
Energia· 20 de junho de 2026· 1 min de leitura

Consórcio Libra contrata Cepel para estudar 1º grid offshore brasileiro

O Consórcio Libra contratou o Cepel para planejar o primeiro grid elétrico offshore do Brasil, um marco para a energia renovável.

Redação Giro Engenharia
Consórcio Libra contrata Cepel para estudar 1º grid offshore brasileiro

O Consórcio Libra contratou o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel) para realizar estudos sobre o projeto do primeiro grid elétrico offshore do Brasil. Esta iniciativa representa um passo significativo para o desenvolvimento da infraestrutura de energia renovável marítima no país, focando na interconexão de futuros parques eólicos em alto-mar.

Um grid elétrico offshore é uma rede de transmissão de energia projetada para interligar diversas fontes de geração marítimas, como parques eólicos offshore, a subestações em terra. Sua função é otimizar a coleta e o transporte da eletricidade gerada, garantindo maior eficiência e estabilidade ao sistema energético nacional.

O Cepel, com sua vasta experiência em pesquisa e desenvolvimento no setor elétrico, será responsável por analisar a viabilidade técnica e econômica, além de propor soluções para a implementação desta infraestrutura pioneira. O estudo deverá abordar aspectos como o traçado da rede, a escolha de tecnologias de transmissão e a integração com o sistema elétrico terrestre.

A construção de um grid offshore no Brasil é vista como essencial para destravar o potencial da energia eólica marítima, que exige investimentos consideráveis em infraestrutura de transmissão. Atualmente, cada parque eólico offshore planejado teria que desenvolver sua própria conexão individual com a costa, o que pode ser menos eficiente e mais custoso.

Para a engenharia e o setor de infraestrutura, a contratação do Cepel pelo Consórcio Libra sinaliza um amadurecimento do mercado de energia offshore no Brasil. Os resultados deste estudo serão cruciais para definir os padrões técnicos e regulatórios, mitigar riscos e pavimentar o caminho para futuros investimentos em projetos de energia eólica no mar, estabelecendo um precedente para a expansão da matriz energética renovável do país.

Com informações de Agência iNFRA.

Compartilhar:WhatsAppXLinkedIn
Siga o Giro Engenharia:WhatsApp

Leia também

O Giro na sua caixa de entrada

As notícias que importam para quem é da engenharia, uma vez por semana. Sem spam.