Engemon adota BIM em projetos, corta 73% de prazo e poupa R$ 1,3 mi
Empresa de engenharia implementa modelagem de informação da construção para antecipar conflitos em canteiros e elevar a precisão técnica.
A Engemon concluiu a transição operacional para a metodologia BIM com resultados práticos na execução de seus projetos de engenharia. A adoção da modelagem permitiu à companhia cortar em 73% o tempo necessário para o levantamento de quantitativos de materiais, além de registrar uma precisão de aproximadamente 98% em uma análise de projeto realizada recentemente.
A transição para o ambiente digital busca combater os gargalos tradicionais do setor, como o retrabalho decorrente de incompatibilidades entre disciplinas de projeto. Com a visualização tridimensional integrada, a equipe técnica consegue antecipar falhas de interferência física antes que as equipes iniciem a montagem em campo, o que reduz custos operacionais imprevistos.
Impacto financeiro e eficiência
O balanço divulgado pela companhia aponta uma economia superior a R$ 1,3 milhão em custos diretos de operação. Esse montante resulta da diminuição de desperdícios de insumos, da otimização do cronograma de execução e da redução de horas gastas em revisões manuais de pranchas e orçamentos.
A precisão de 98% alcançada nos levantamentos quantitativos reduz a margem de erro na compra de materiais e diminui os pleitos por aditivos contratuais motivados por divergências entre o papel e a realidade do canteiro de obras.
O que muda na prática
Para o engenheiro gestor e os profissionais de planejamento, a consolidação do BIM em empresas de médio e grande porte demonstra que a exigência por processos digitais deixou de ser apenas uma diretriz para obras públicas e passou a ser um diferencial competitivo de mercado.
A capacidade de antecipar problemas de projeto e encurtar prazos de orçamento redefine a responsabilidade técnica e exige atualização contínua das equipes de projeto para operar em ambientes integrados de dados.
Com informações de Petronoticias.
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