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Infraestrutura· 24 de julho de 2026· 2 min de leitura

EPR vence leilão da Régis Bittencourt com R$ 7,2 bi em obras até 2041

A concessionária EPR arrematou a Rodovia Régis Bittencourt (BR-116/SP/PR) em leilão, comprometendo-se com investimentos de R$ 7,2 bilhões e um deságio de 22,53% na tarifa de pedágio.

Redação Giro Engenharia
EPR vence leilão da Régis Bittencourt com R$ 7,2 bi em obras até 2041

A concessionária EPR venceu o leilão de concessão da Rodovia Régis Bittencourt (BR-116/SP/PR), assumindo a responsabilidade por um programa de obras que totaliza R$ 7,2 bilhões até o ano de 2041. A proposta vitoriosa da EPR incluiu um deságio de 22,53% sobre a tarifa básica de pedágio, um fator decisivo para a sua escolha.

O leilão, que definiu a nova gestão de uma das mais importantes vias do país, marca o início de um novo ciclo de investimentos e modernização para a BR-116 no trecho entre São Paulo e Paraná. A oferta da EPR superou as demais concorrentes ao apresentar a maior redução na tarifa de pedágio, beneficiando diretamente os usuários da rodovia.

A Rodovia Régis Bittencourt é uma artéria vital para o transporte de cargas e passageiros no Brasil, conectando a região metropolitana de São Paulo ao Sul do país. Sua infraestrutura é crucial para a logística nacional, influenciando diretamente o escoamento da produção e o fluxo de viagens intermunicipais e interestaduais.

Os R$ 7,2 bilhões em investimentos serão aplicados em diversas frentes, incluindo a manutenção, recuperação e ampliação da capacidade da via. A expectativa é de que as obras contemplem melhorias na segurança viária, duplicações de trechos específicos, construção de faixas adicionais, dispositivos de acesso e obras de arte especiais, como pontes e viadutos, ao longo dos próximos anos.

Este volume de recursos visa não apenas atender às demandas atuais de tráfego, mas também preparar a rodovia para o crescimento futuro, garantindo maior fluidez e menor tempo de viagem. A modernização da infraestrutura tem potencial para reduzir custos logísticos e impulsionar o desenvolvimento econômico das regiões atravessadas pela BR-116.

Para os profissionais da engenharia e da construção, a concessão da Régis Bittencourt representa uma série de oportunidades e desafios. A execução de um plano de obras de tal magnitude exigirá a mobilização de equipes especializadas, o uso de tecnologias construtivas avançadas e uma gestão de projetos eficiente para cumprir os prazos e orçamentos estabelecidos. O setor deve se preparar para a demanda por serviços de projeto, execução e fiscalização de obras de infraestrutura rodoviária, com foco na qualidade e na segurança.

Com informações de O Taboanense.

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