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Construção· 06 de julho de 2026· 1 min de leitura

Estádio bilionário dos Rays: CMAR é modelo de construção, construtora sai em agosto

O Tampa Bay Rays escolhe em 14 de agosto a empresa que gerenciará a construção de seu novo estádio de US$ 2,3 bilhões. O projeto adota o modelo CMAR, que integra o construtor desde as fases iniciais.

Redação Giro Engenharia
Estádio bilionário dos Rays: CMAR é modelo de construção, construtora sai em agosto

O Tampa Bay Rays, time da Major League Baseball, tem até 14 de agosto para escolher a construtora de seu novo estádio. A arena, orçada em US$ 2,3 bilhões, será erguida sob o modelo CMAR (Construction Manager At Risk), com previsão de entrega para a temporada de 2029.

O CMAR é um formato de entrega que coloca o gerente de construção como consultor do cliente desde a fase de projeto. Ele assume o risco de entregar a obra dentro de um preço máximo garantido (PMG), integrando-se ao processo muito antes do início físico dos trabalhos.

Essa abordagem permite ao time dos Rays aproveitar a experiência do construtor desde as primeiras etapas de design. O resultado são decisões mais eficientes sobre materiais, métodos construtivos e cronograma, otimizando custos e prazos antes mesmo do lançamento da pedra fundamental.

Com um investimento de US$ 2,3 bilhões, o novo estádio é um dos maiores projetos em andamento na indústria da construção esportiva. O prazo de 14 de agosto para a escolha do parceiro CMAR sublinha a urgência em detalhar o planejamento e garantir que a estrutura esteja pronta para receber os jogos de 2029.

A procura por um construtor com expertise em CMAR para um projeto dessa envergadura agita o mercado de grandes empreiteiras. Empresas especializadas em arenas, capazes de gerenciar riscos complexos e garantir prazos e orçamentos, estão no foco da concorrência.

Para engenheiros e profissionais da construção, a escolha do CMAR em um empreendimento de US$ 2,3 bilhões reforça a tendência de modelos de contratação que integram projeto e execução. Isso exige das equipes não apenas capacidade técnica, mas também expertise em planejamento colaborativo, gestão de riscos e otimização de valor desde as fases preliminares.

Com informações de Construction Dive.

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