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Mobilidade· 19 de maio de 2026· 1 min de leitura

Governo Federal libera R$ 10 milhões para modernizar produção de biometano

Recursos serão destinados à Unicamp e à TotalEnergies para desenvolvimento de tecnologia de purificação de biogás, visando a produção de combustível para frotas de ônibus e caminhões.

Redação Giro Engenharia
Governo Federal libera R$ 10 milhões para modernizar produção de biometano

O Governo Federal autorizou a liberação de R$ 10 milhões em recursos para a empresa TotalEnergies EP Brasil Ltda. O montante será utilizado em um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (PD&I) em parceria com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para a modernização de sistemas de purificação de biogás.

O objetivo principal da iniciativa é aprimorar a tecnologia de produção de biometano, um combustível renovável obtido a partir do biogás. A pesquisa focará em superar um dos maiores desafios tecnológicos atuais: a purificação de biogás com alto teor de nitrogênio.

O biometano tem grande potencial de aplicação como substituto de combustíveis fósseis em veículos pesados, como ônibus e caminhões. A produção em larga escala e com custos competitivos é vista como estratégica para a descarbonização do setor de transportes.

A parceria entre a TotalEnergies e a Unicamp visa desenvolver soluções inovadoras que tornem o processo de purificação mais eficiente e economicamente viável. A universidade trará sua expertise em pesquisa acadêmica, enquanto a empresa contribuirá com seu conhecimento aplicado ao setor de energia.

Os recursos liberados pelo Governo Federal, no âmbito do item PD&I, demonstram o compromisso com o fomento à inovação e ao desenvolvimento de novas fontes de energia limpa no país.

A expectativa é que os resultados da pesquisa permitam a produção de biometano com maior qualidade e em maior volume, impulsionando sua adoção pela frota de veículos comerciais e contribuindo para metas ambientais.

Esta iniciativa se alinha com a crescente demanda global por combustíveis sustentáveis e com os esforços brasileiros para diversificar sua matriz energética, apostando em alternativas de baixo carbono para o transporte.

Com informações de Diario do Transporte.

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