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Infraestrutura· 24 de junho de 2026· 1 min de leitura

Infraero e operadora ressarcirão passageiros por cobrança abusiva em estacionamento de aeroporto

Decisão judicial determina que Infraero e a empresa Estapar devolvam valores cobrados indevidamente no estacionamento do Aeroporto de Imperatriz.

Redação Giro Engenharia
Infraero e operadora ressarcirão passageiros por cobrança abusiva em estacionamento de aeroporto

A Infraero e a operadora Estapar foram condenadas a ressarcir passageiros por cobranças abusivas no estacionamento do Aeroporto de Imperatriz, no Maranhão. A decisão judicial visa corrigir valores aplicados indevidamente, impactando diretamente os usuários da infraestrutura aeroportuária e as práticas de gestão.

A medida se refere a valores considerados excessivos pela Justiça, que exigiu a devolução das quantias pagas a mais pelos motoristas. A Infraero, como administradora do aeroporto na época dos fatos, e a Estapar, responsável pela gestão do estacionamento, são as partes envolvidas na determinação.

Este tipo de decisão reforça a necessidade de transparência e adequação nas tabelas de preços de serviços essenciais em infraestruturas públicas. Para os gestores de aeroportos e concessionárias, o caso serve de alerta sobre a fiscalização e a conformidade regulatória, especialmente em contratos de concessão e operação.

Profissionais da engenharia e da gestão de infraestrutura devem estar atentos a precedentes como este, que podem influenciar a precificação de serviços em outros terminais e equipamentos públicos. A conformidade legal e a percepção de valor pelo usuário são cruciais para a sustentabilidade de longo prazo de empreendimentos de infraestrutura.

A determinação de ressarcimento impõe um custo operacional e de imagem às empresas envolvidas, além de estabelecer um marco para a proteção do consumidor em serviços de infraestrutura. Isso pode levar a uma revisão de políticas de preços e a uma maior cautela na definição de tarifas em estacionamentos de aeroportos e outros grandes empreendimentos, exigindo uma análise mais rigorosa dos modelos de negócio.

Com informações de AEROIN.

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