Lubrizol corta 85% do uso de água no Brasil com sistema de circuito fechado
A empresa de especialidades químicas implementou uma tecnologia de reuso em suas operações nacionais, alcançando uma redução expressiva no consumo e destacando a América Latina em seu relatório global de sustentabilidade.
A Lubrizol, gigante das especialidades químicas, anunciou uma impressionante redução de 85% no consumo de água em suas operações brasileiras. O feito é resultado da implementação de um sistema de limpeza em circuito fechado, um modelo que permite a reutilização do recurso e minimiza o descarte.
A iniciativa nacional foi um dos destaques do mais recente Relatório Global de Sustentabilidade da companhia, intitulado "Impacto Global, Ação Local". O documento ressaltou os avanços na América Latina como um ponto forte da busca por melhorias ambientais.
O relatório, que traça metas ambiciosas para 2025, reforça o compromisso da empresa com práticas sustentáveis em escala global. As melhorias ambientais alcançadas na região latino-americana são citadas como um exemplo da eficácia dessas estratégias.
Para o setor industrial, que demanda volumes significativos de água, especialmente na limpeza de equipamentos e instalações, o sistema de circuito fechado representa uma solução robusta. Ele não apenas diminui a captação de novos volumes, mas também otimiza o tratamento e o descarte.
Engenheiros e gestores de infraestrutura encontram na experiência da Lubrizol um estudo de caso inspirador. A marca de 85% de economia hídrica comprova que tecnologias de reuso são viáveis e geram impactos positivos diretos na eficiência operacional.
A implementação de tais soluções exige, contudo, um planejamento minucioso. É preciso analisar detalhadamente os fluxos de processo, investir em infraestrutura adequada e promover a adaptação operacional das equipes.
Apesar dos desafios iniciais, o retorno do investimento é multifacetado, traduzindo-se em menores custos de captação e tratamento de água. Além disso, a empresa ganha em resiliência frente a restrições hídricas e se alinha às crescentes exigências de sustentabilidade do mercado.
Com informações de Petronoticias.
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